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Para Sempre Seja Louvado

por Fernando Zocca, em 06.07.13
Consta das Escrituras Sagradas que, numa ocasião, os apóstolos pescavam em águas tranquilas, quando de repente, o tempo tornou-se contrário, sobrevindo em seguida, uma tempestade fortíssima com ventos, trovoadas, raios e muita chuva.

Todos que estavam a bordo, e no comando, ficaram com medo e, desesperados, gritavam uns com os outros, buscando algo ou o quê os livrasse de tantos perigos.

Jesus dormia tranquilamente quando foi despertado pelo alvoroço, tanto da tripulação, quando pelos ruídos produzidos pela turbulência inesperada.

Instado pelos pescadores, Jesus primeiramente os censurou dizendo serem eles falhos na fé. Em seguida ordenou aos ventos e à chuva que parassem.

Todos admiraram o gesto do Messias, questionando sobre sua atuação até mesmo nos fenômenos naturais.

Não existe o que não possa ter interferência divina por meio de Jesus. Entretanto, para que isso ocorra, alguns "procedimentos" devem ser observados.

Primeiramente, para o acesso direto com Deus, o criador do universo, deve-se (eu já escrevi sobre isso em artigos anteriores), conhecer a Jesus Cristo.

No entanto, a fim de contactar-se com o Rei dos reis, necessita-se antes, achegar-se aos Apóstolos Lucas, Matheus, João, Marcos e ao missivista Paulo.

Obtendo a metanóia, isto é, a transformação, ninguém poderá negar o conseguimento do rumo certo conducente aos seus objetivos legítimos.

Isso aplica-se, veja bem, a todas as atividades da nossa vida. É dedicando-se àquele que veio para que todos tenham vida, que chegaremos, sãos e salvos, ao tão esperado porto.
 
É por isso, meu amigo, minha amiga, que não deixamos nunca de reconhecer e dizer: 

- Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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publicado às 01:46

O Capitão da Nau e seus Auxiliares

por Fernando Zocca, em 15.01.13

 

 

Tenho dito que algumas formas de pensar de hoje são semelhantes às dos tempos antigos.


Veja que por uma das narrativas bíblicas - no Velho Testamento - era muito comum achar um culpado para tudo de ruim que acontecia.


Então você imagina um navio, à velas, em alto mar, sendo fustigado incessantemente por uma tempestade.


O capitão da nau e seus auxiliares, não sabendo como explicar o fenômeno, resolvem tirar a sorte, pra saber de quem era a culpa por toda aquela contrariedade.


Jonas que, ao perceber que não podia fazer nada, diante do fenômeno, muito maior do que todos os que estavam ali presentes, naquele momento sofrido, afastou-se indo dormir na parte mais baixa - o porão - do navio.


Então, os responsáveis pela embarcação, reuniram-se e foram conversar com ele a fim de saber o que tinha feito de tão grave, para que todos merecessem passar por aqueles sofrimentos.


Jonas ficou assustado com aquela culpa insólita, mas mesmo assim, sendo considerado por todos, como a causa dos danos e tanto mal- estares, provocados pelo tempo, foi jogado ao mar.


Bom, como sabemos, depois de uma tempestade fortíssima, sempre vem a bonança. E por isso, a bondade divina fez com que Jonas ficasse três dias na barriga de uma baleia, tendo voltado vivo depois.


Da mesma forma, você pode notar, pelos Evangelhos, que Jesus Cristo também passou por situação semelhante: Anás e Caifás, que eram sogro e genro, sacerdotes da sinagoga, diziam que alguém deveria ser sacrificado porque se assim não fosse, os romanos destruiriam a cidade e sua gente.


O povo então, tendo que escolher entre um assassino (Barrabás), ou Jesus Cristo, a quem seria concedido a liberdade, escolheu o bandido.


E mesmo tendo ensinado, aos dirigentes religiosos e políticos, que as obras que ele fazia vinham de Deus - frutos do amor e respeito -, tendo mostrado que as árvores ruins não produziam frutos bons, que os ramos improdutivos da videira seriam podados, que a figueira, por não produzir frutos, seria seca, mesmo tendo revelado todas estas verdades, foi crucificado.


Hoje ainda se vê esse tipo de mentalidade: prefere-se afagar o baderneiro, o abusador dos enteados, os usuários de drogas, os depredadores das propriedades alheias, os perturbadores do sossego público, do que valorizar a quem trabalha gratuitamente, para a comunidade, por mais de uma dezena e meia de anos. 


Quando a sociedade toda, de uma cidade, está alertada e bem ciente do problema e, mesmo assim, as autoridades políticas, religiosas e demais entidades influentes se omitem, não se pode deixar de inferir que sejam incapazes de evangelizar ou aplicar as regras da boa educação.


Então, quando os políticos ouvem que são corruptos, péssimos administradores e completamente responsáveis pela má-educação, segurança e o transporte da cidade, buscam, ao invés de educar, reprimir e fazer cumprir as leis, afastar aquele que mostra o erro.


Neste mesmo sentido, o profeta João Batista, que por dizer que Herodes comedia erros gravíssimos, ao seduzir sua cunhada, foi decapitado covardemente.


Assim, desta forma, não se pode dar crédito àquela letra da música do Lulu Santos que diz: "nada do que foi será de novo, do jeito que já foi um dia".

 

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publicado às 11:02


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