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Carlinhos pode ser solto pela justiça

por Fernando Zocca, em 13.06.12

 

 

O desembargador Tourinho Neto do Tribunal Regional Federal da 1º Região julgou inservíveis as provas, colhidas pela Polícia Federal, que incriminariam o contraventor Carlinhos Cachoeira.


O blog laranjanews já previra essa posição com o texto "As Tais Escutas", publicado no dia 24 de maio.


Na ocasião dizia-se que "... esse esquemão da corrente de água que se despenha, foi trazido à lume por investigações  que se utilizaram de escutas clandestinas de telefones.


Se não estavam previamente autorizadas por quem de direito, diz a lei, elas, as tais escutas, são nulas. E se nulas, todos os atos investigativos subsequentes também o seriam."


Veja que o julgamento pelo Poder Judiciário é diverso das apurações e conclusões obtidas pela CPI, que também investiga a violação do decoro parlamentar, pelo senador Demóstenes Torres, por seu suposto envolvimento com o contraventor Carlinhos Cachoeira.


As provas contra o bicheiro são claríssimas, inegáveis. Ocorre que foram colhidas de um jeito não autorizado pela lei.


Se fossem aceitas pelos julgadores, estariam eles, em tese,  negando os preceitos constitucionais que determinam as formas de como elas devem ser coletadas.


Apesar de não serem admitidas pelos juízes, as escutas demonstram que o senador tinha mesmo transações com o contraventor Carlinhos, e que por isso, teria infringido as normas do decoro parlamentar.


A CPI mista pode cassar o mandato do senador Demóstenes Torres, diante das evidências inegáveis dos tais negócios com o bicheiro.


O julgamento político ocorreria antes, e não estaria adstrito às formalidades semelhantes ao do judiciário, que se não observadas, ensejariam nulidades.


Para a decisão final do Tribunal Regional Federal ainda faltam os votos dos demais desembargadores.

A decisão estaria ainda sujeita à avaliação do Supremo Tribunal Federal.

 


 

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publicado às 13:36

A Exposição Ampla

por Fernando Zocca, em 12.04.10

            Se você encontra gorduchas pelas ruas, logo depois de ter fuçado sites onde viu milhares de obesas nuas;  se se depara com anúncios de concursos públicos oferecendo vagas para arquivista, logo após ter providenciado a impressão daqueles textos dos seus arquivos;  se seu blog aparece com modificações que você não fez e, se os seus escritos antigos são desencavados com alterações na grafia, pode ter a certeza de que seu computador está monitorado.

            A quem interessaria essas intromissões? A todos aqueles que se sentem atingidos pelo que você publica. Então ao deputado federal medíocre, mais falso que nota de mil reais, àquele prefeito fajuto, hábil em favorecer parceiros nas licitações, ao dirigente “religioso” frustrado com as predições horríveis feitas contra seus adversários, àquele banco safado, ordinário, que escorcha com os juros, explorando o trabalho dos ingênuos, a esses todos, interessaria o seu insucesso na internet.
            A incompetência da súcia, que pode não temer fazer juntar arruaceiros defronte sua casa e tentar invadi-la derrubando o portão, limitar-se-ia, em tese, a praticar esse tipo de ações ocultas. Esses velhacos jamais o procurarão para uma conversa franca. São covardes, tímidos, frustrados.
            As ações desses canalhas se assemelham às daqueles militares opressores que, em tempos ainda vívidos em nossas memórias, invadiam as redações dos jornais, empastelavam a tipografia e agrediam aos jornalistas.
            A eles interessaria a manutenção dos bons conceitos que gozariam junto ao público. E os escândalos do tipo das sanguessugas (ambulâncias), do mensalão do DEM (José Roberto Arruda) e outros, não deveriam ser expostos, por oferecerem perigo às futuras reeleições.
            E como agora as mídias impressas não são as únicas a publicar os assuntos favorecedores dessa gente fina, o jeito é apelar para as práticas sub-reptícias dos tais atos quebrantadores.
            Os milhões e milhões de leis editadas no Brasil de nada servem se não são obedecidas, postas em prática. Que proveito traria à sociedade, ao poder Judiciário, essa ampla exibição dos flagrantes delitos, em que os políticos, dentre eles um governador de estado, aparecem recebendo  fardos de dinheiro público desviado?
            Cadeia e tratamento psiquiátrico só não bastam. Os condenados devem devolver o que não lhes pertence.
 
Thame quer ser senador
 
O candidato espírita e os vícios materiais
 
Centro de Reabilitação: a pareceria SENAI

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publicado às 19:49


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