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Paixões a Arder

por Fernando Zocca, em 17.11.12

 

É inegável que a violência grassa nas grandes concentrações humanas. Não são incomuns as reuniões de pessoas que passam horas a bebericar, para depois, por um me da cá aquela palha, agredirem aos próximos com chutes no peito ou garrafadas nos costados.


De quem seria a culpa de tanta selvageria, de tanta falta de educação? Como você pode dizer ao pai de um moço amancebado, viciado em drogas, que seu filho agride pessoas com palavras, fisicamente com pontapés e garrafadas, se o próprio pai do meliante também passou por condenação penal e não está nem aí com o problema?


Como pode o cidadão comum dirigir-se à gordurosa mãe do proxeneta a fim de lhe pedir a frenação da loucura daquele produto podre do seu ventre? Ô carniça!


Que tipo de conversa teria você, meu amigo leitor, com um assassino em potencial, que faz do ócio dos seus dias inúteis, momentos de perturbação do sossego alheio?


Que diria você, minha amiga leitora, para uma pessoa sustentada com o dinheiro que recebe a concubina, em decorrência de uma ação de alimentos proposta contra um pobre infeliz ingênuo, apanhado na armadilha da barriga de aluguel?


O que diria o senhor delegado de polícia, a senhora assistente social da prefeitura, para as pessoas amontoadas em cortiços de onde não se vê sair nada de bom que não seja drogas ilícitas?


Observa-se, em alguns trechos, da abandonada Vila Independência muitos cistos, cabeças-de-porco, verdadeiros chiqueiros formados por amontoados de pessoas vindas de famílias desfeitas, totalmente privadas de boas maneiras e civilidade.


Onde estão os pais responsáveis por esses selvagens? Onde está a autoridade policial a quem incumbe a repressão ao tráfico de drogas ilícitas?


Onde estão as autoridades legislativas e do executivo dessa cidade? Estariam por certo em lugares diversos dos demais trechos em que permanecem imobilizadas nas perenes poses para as fotos com as quais se exibem ao púbico?


Cadê a educação das jovens adolescentes abandonadas pelo pai irresponsável, quiçá agalhado pela mulher leviana? Onde está a responsabilidade do avô libertino, que nada faz pela educação das aprendizes de meretriz, a não ser esperar com avidez o pagamento efetivado constantemente pelo poder público?


Onde está a sensatez da velhota ocupante do lugar da avó morta em circunstâncias ocultas?


Onde estão os pais da moça que vive no bem-bom usufruindo as pensões alimentícias, pagas por homens diversos, genitores dos filhos adulterino e natural?


Que segurança se pode ter nestes bairros distantes onde no mínimo você pode levar um pontapé no peito ou uma garrafada nas costas?


Piracicaba é maior do que esse lixo hospitalar, lixo de cadeia, lixo de prostíbulo, e lixo de botequim que se acumula nos cortiços obscuros e tenebrosos da cidade, justamente neste começo do fim do mundo.

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publicado às 13:59

Falta de Educação tem Cura?

por Fernando Zocca, em 02.10.12

 

Governo ruim é um problema. E isso você constata pela capacidade que ele tem de resolver as pendengas.


Tem orientação política que, não sabendo como lidar com o emaranhado da problemática, simplesmente nega a existência dela.


Outras ainda aceitam a vigência de pontos conflituosos numa cidade, mas apresentam soluções inexequíveis, deixando a coisa toda do jeito que está, ou até piorada.


Mas há administrações tão atrapalhadas, confusas e desorientadas que ao lidarem com os conflitos torna-os crônicos, em prejuízo do bom conceito da localidade que gerem.


Os governos municipais péssimos não deixam de ser aqueles que priorizam as tais obras voluptuosas de concreto, em detrimento da alfabetização de adultos, por exemplo.


Como é que você pode negar que as atitudes hostis, incivilizadas e toscas, não sejam mais produtos da ausência do conhecimento da palavra escrita, do que de outros fatores como os genéticos?


Uma cidade com índices muito expressivos de pessoas mal comportadas, desrespeitosas, reflete o nível da orientação politica medíocre, voltada para a socialização dos seus cidadãos.


Na verdade, queira saber, o meu nobilíssimo leitor, que os senhores ainda hoje ocupando os rendosos cargos públicos, não estão nem um pouco preocupados com a incivilidade, a grosseria ou os maus modos das pessoas.


O que os caras querem é, antes de tudo, apresentar serviços que não sejam muito vulneráveis às críticas, e se possível, forrar as malas, com os pacotes imensos de dinheiro arrecadado com os impostos.


Não tem, no presente momento, e nesta localidade, instituição municipal eficiente, que se dedique a transferir conhecimento socializante, a pessoas comprovadamente portadoras de deficiência intelectual.


Os maus administradores, ao invés de apaziguar as regiões em conflito, vangloriariam-se da habilidade própria de "botar lenha na fogueira" pra "ver o circo pegar fogo".


"Ninguém está nem aí com ninguém”, me disse numa ocasião, um dos responsáveis pela reeleição dessa corrente política que está no poder hoje em Piracicaba.

  

Quem teria tempo e saúde para, despertando o interesse, por exemplo, pelas sagradas escrituras, fazer baixar espíritos amenos e concordes, nas regiões críticas da cidade?


Falta de educação tem cura?


Você pode amenizar os comportamentos psicóticos com a educação?

 

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publicado às 12:46

Despertadores Matam Sonhos

por Fernando Zocca, em 10.09.12

Em cidade pequena quase todos se conhecem, pelo menos de vista. Essa familiaridade implica em conhecimento dos hábitos relacionados a tudo.

 

Dessa forma não é exagero afirmar que as preferências alimentares, e as reações a determinados estímulos, não sejam do saber dos vizinhos.

 

Se você está em Roma deve agir como os romanos. Mas se você está num bairro cercado por idiotas, o não comportar-se como tal, pode distingui-lo, e isso gera, inclusive, bastante ciúme.

 

Então, as atitudes hostis prevalecerão no entorno do menos estúpido, com o objetivo de afastá-lo do lugar.

  

A concentração do lúmpen torna o quarteirão bastante sujo, com a qualidade do ar comprometida, depredações, pichações, furtos e agressões.

  

A incapacidade dos vereadores, prefeitos e demais autoridades em revitalizar certas áreas, faz com que a deterioração se alastre pelo bairro todo, tornando a qualidade de vida bem medíocre.

 

Na verdade não há interesse dos políticos, que vivem do superfaturamento das obras públicas, em melhorar o nível de vida das pessoas, nos bairro periféricos. Isso não lhes daria visibilidade e por consequência não lhes traria votos.

 

Para essas pessoas que enriquecem com o dinheiro destinado a pontes, viadutos e edifícios públicos, quanto menos instrução e informação o eleitor tiver, mais facilidade haveria para a permanência dos modos de vida oportunistas.

 

Então, numa sociedade que tem líderes obscurantistas, dizer que "despertadores matam sonhos", não teria outro significado que não fosse "a instrução pode acabar com a alegria dos corruptos", aliás, há décadas no poder.

 

Os antigos senhores de engenho, escravocratas, hoje nos mais altos postos governamentais de Piracicaba, podem até tolerar a presença de todos, desde que sejam concordes com tudo o que lhes é dito.

 

Entretanto a partir do momento que há discordância, o autoritarismo entra em ação objetivando o abafamento das opiniões contrárias.

 

Nesse contexto julgo que a cordialidade, a boa educação e o respeito entre as pessoas devem ser muito mais importantes do que qualquer obra pública.

 

É o que eu tenho dito. 

 

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publicado às 13:15

A Tal Política Soberba e Insensível

por Fernando Zocca, em 22.08.12

 

 

É muito triste não conseguir identificar, na agressão ao monsenhor Jamil Nassif Abib, a ausência da educação, do descaso com a saúde e a deficiência na segurança pública.


Esses valores não são prioridade no município. Aqui o que vale, como todo mundo sabe, é a fábrica de automóveis, o presídio novo, as pontes, viadutos, asfaltamento de ruas já pavimentadas e a magnificência de alguns prédios públicos.


Enquanto isso o salário do funcionalismo desacorçoa os que o recebem e desestimula a quem deseja tornar-se um servidor municipal.


Achei muito esquisito, quando diante da quantidade de analfabetos e analfabetos funcionais na cidade, um professor justificou dizendo que "os alunos não querem aprender".


Daí surge a questão: os discentes não desejam aprender ou haveria a acentuada inabilidade na transmissão do conhecimento? A maior preocupação dos professores, hoje em dia, é o salário.


Com uma situação dessas quem é que consegue pensar em socializar eficientemente?


Sem os bons princípios que a escola pública não transmite a saúde também não teria tanta importância. O uso de drogas e a negligência no trato do próprio corpo, não resultariam em situações muito benignas, inclusive para as pessoas ao redor.


Diante de uma legião de desempregados, moradores de rua drogados e violentos, a cidade que não fortalecer o seu sistema público defensivo, porá em risco a integridade moral, física e patrimonial dos que pagam em dia os seus impostos.


Acontece, meu querido leitor, já dissemos e tornamos a repetir, que o que notabiliza os senhores governantes atualmente, aqui em Piracicaba, não é a saúde, a educação e a segurança públicas, mas sim a fábrica de automóveis, as pontes, os viadutos e os edifícios luxuosos. 


Então alguém tem que pagar por isso. Infelizmente o monsenhor Jamil Nassif Adib foi o primeiro a sofrer as consequências dessa tal política soberba e insensível.


É bom rezarmos para que os ânimos mais irascíveis se contenham adaptando-se às modernidades.


22/08/12

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publicado às 20:54

Os Idiotas Hostis

por Fernando Zocca, em 09.08.12


 

Quando você está cercado por idiotas hostis, se não tiver algum cuidado, pode se complicar e muito.


Sua integridade física e até mental está ameaçada se da personalidade, dos morfologicamente prejudicados, fizer parte o analfabetismo, associado ao uso das drogas lícitas e ilícitas.


E não adianta reclamar contra a opressão, pois a turba pode ter simpatizantes na igreja, na câmara de vereadores, na prefeitura e em muitos outros lugares da cidade.


O importante é manter a calma diante das provocações diuturnas. Os idiotas hostis utilizam as mais variadas maneiras pra tirar, a quem não simpatizam, do sério: furtam-lhe o lixo, jogando-o depois defronte a sua casa; espalham boatos e mentiras a seu respeito nos bares; provocam ruídos e contaminação do ar, durante os horários das refeições; buscam prejudicar-lhe o sono incitando cães a ladrar durante horas e horas seguidas, e por ai vai.


Uma das características dos portadores desse tipo de má formação genética é a conhecida fala automática em que o deficiente repete, incansavelmente, durante muito e muito tempo, estereotipias com as quais julga maltratar seus vizinhos.


A dinâmica de que se valem os boçais é semelhante à praticada nos jogos de futebol: provocam, de forma bastante velada, a um determinado jogador até que ele reaja com faltas.


No quarteirão onde os idiotas predominam há invariavelmente muita sujeira; os arbustos ornamentais são sempre danificados, as casas vazias, donde se mudaram os moradores, são muitas vezes invadidas, depredadas e até postas abaixo.

 

Não há quem ouse meter-se contra os idiotas hostis. As autoridades religiosas e civis, não se sabe se por impotência ou ignorância, buscam mais "passar a mão na cabeça" dos transgressores do que ensiná-los a se comportar civilizadamente.


Nos Estados Unidos algumas reações a esses tipos de provocações geralmente não terminam muito bem.

 

 

 

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publicado às 13:12

O Solapamento

por Fernando Zocca, em 21.05.11


 

 

 

                    No litígio entre árabes e judeus que já dura muito tempo, era comum – entre os israelenses - a demolição com o uso de explosivos, da casa do chamado “terrorista”.

 

 

 

                    Do jeito que a coisa anda no interior de São Paulo, especialmente em certos lugares, não seria exagero afirmar que essa técnica – com alguma variante - foi adotada pelos detentores do poder, como dissuasão dos seus opositores.

 

 

                    Ao contrário do que ocorre lá no Oriente Médio, aqui os explosivos não podem ser utilizados com esse fim especifico de desalojar aqueles que possuem opinião diversa da do governo.

 

 

                    Mas o solapamento, provocado por vazamentos nos dutos de água, (que deveriam ser mantidos pela autarquia municipal), pode causar os mesmos efeitos – a destruição – objetivada pelo governo contestado.

 

 

                      Se a sua opinião expressa é visceralmente contrária à política dominante no território onde você vive, se surgiram rachaduras ameaçadoras nas paredes do seu imóvel, e se o serviço municipal de águas e esgoto não se incomoda com os pedidos de vistoria, pode ter a certeza de que você é considerado um terrorista, cuja casa pode ser extirpada do mapa.

 

 

                    No meu entender a boa política não consiste em reprimir internando, prendendo ou matando o divergente, mas sim em buscar soluções que diluam as causas da inquietação.

 

 

                    Cremos que seja construindo casas populares, propiciando a acomodação confortável aos grupos familiares, que vivem amontoados, nos puxadinhos de fundo de quintal, melhorando o salário dos professores, e principalmente respeitando o eleitor, que esse tipo de governo autoritário, possa modernizar-se se adequando aos tempos modernos.

 

No vídeo:

 

 

Uma equipe do Serviço Municipal de Águas e Esgoto (SEMAE) presidido por Wlamir Augusto Schiavuzzo (PSDB) esteve na tarde do dia 12/01/2010, cavando defronte a residência 186, da Rua Napoleão Laureano, onde havia um vazamento.

 

 

Logo depois um compressor de ar comprimido foi instalado na funilaria vizinha, de propriedade de Gabriel Donizete Bottene Harder, residente e domiciliado à Rua Napoleão Laureano, 164.

 

 

As vibrações provocadas pelo funcionar da máquina, durante horas e horas ininterruptas, propiciaram o surgimento de rachaduras nas dependências da casa de nº 186, da Rua Napoleão Laureano.

 

 

 

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publicado às 14:10

Minha amiga Marlene

por Fernando Zocca, em 01.10.10

 

 

                            Ontem assistindo ao último debate entre os candidatos à presidência da república, ocorrido na sede da Rede Globo do Rio de Janeiro, me dominava uma agonia terrível, especialmente quando José Serra e Marina Silva usavam a palavra.

 

                   Sabe aqueles momentos em que você fica sem respirar, por um ou dois minutos, quando está debaixo d´água ou quando seu quarto é invadido por fluídos tóxicos, vindos da funilaria do lado?

 

                   Não sei porque o candidato Serra estaria associado à essa espécie de agressão contra o meio ambiente. Talvez seja por tratar-se de integrante do PSDB, partido que deseja muito trazer uma fábrica de automóveis para Piracicaba.

 

                   Ai você já viu né? Automóvel tem a ver com pintura e pintura com os compressores; e compressores, com empesas descompromissadas com as regras municipais, reguladoras da matéria.

 

                   Compressor também tem a ver com a omissão das autoridades municipais que deixam de promover as fiscalizações necessárias.

 

                   Uma funilaria carece, para funcionar, do alvará municipal e, para recebê-lo, o tal empreendimento necessita adequar-se às regras de uso dos equipamentos.

 

                   O tal empreendimento, prestador de serviços, precisa também estar em dia com o pagamento das taxas de poder de polícia, das taxas de iluminação, e do Imposto Sobre os Serviços de Qualquer Natureza.

 

                   Em não ocorrendo isso, o tal “serviço” estaria a violentar as normas feitas para esse tipo de atividade.

 

                   E se não estiver, a tal prestadora de serviços, em dia com as obrigações fiscais, trabalhistas e demais encargos, ficaria sujeita às penas da lei.

 

                   Entretanto se o município não coloca os departamentos criados para fiscalizar o cumprimento das leis, incorre em crime de responsabilidade.

 

                   Mas é aí? Quem é que se habilita a exigir da prefeitura o cumprimento das leis?

 

                   Minha amiga Marlene, grande funcionária pública, me disse certa ocasião:

 

                   - Deixa pra lá esses assuntos. Aqui todo mundo se conhece. Nem ligue. Respirar tinta de automóvel não faz mal nenhum. Hoje em dia até câncer de pulmão estão curando.

 

                   Isso até pode ser verdade, minha querida Marlene. Mesmo assim a agonia e o terror que as imagens de José Serra do PSDB e Marina Silva do tal PV despertam em mim, quando aparecem na TV, não deixam de ser uma constatação legítima.

                  

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publicado às 16:41

Não é assim que a banda toca

por Fernando Zocca, em 21.01.10

 

              Quem não sabe ser o misticismo uma ferramenta eficaz dos detentores do poder? E quem negaria que a opressão, os abusos e a exploração material não ocorreriam lastreadas nas tais opiniões?
            A sufocação é atitude também daqueles que não se sentem a vontade com a livre manifestação do pensamento. São forças que se condenam a si mesmas, que se reprimem e, desejosas de imobilidade, precisam impedir tudo que lhes faça pensar no que não gostam.
            A manipulação política sufocadora não teria como efetivar suas intenções funestas se não se escorasse nos “terrenos férteis” onde se plantando, tudo dá.
            Nada contra o conjunto, os edifícios ideológicos, a maçaroca de confianças inventadas para conduzir os recalcitrantes, desde que não violem os meus direitos, inclusive de permanecer alheio a isso tudo.
            Eu não saio a combater essa ou aquela corrente creditícia mas não me nego o direito de defender-me, quando conduzidos por tais disposições, os magotes se avizinham da agressão física.
            Perde credibilidade sim, o governo político, inclusive o municipal, que se vale da estupidez espiritual para acicatar e defenestrar seus opositores. É covardia pura, testemunhada agora pelo mundo todo.
            Hoje em dia, nesses tempos de internet, quando a imprensa venal, a serviço do numerário dos guardadores das fortunas nas meias, nas bolsas, nas cuecas e nos paletós, treme nas bases, esse pessoal terá de repensar novas formas de opressão que os mantenham no poder.
            A internet veio proporcionar voz àqueles acuados pela opinião adrede formada por grupos antipatizantes, controladores da imprensa corrupta, presente em qualquer rincão desse território imenso.
            Imagine o que acontece nos sertões nordestinos, nas cidades do norte e nas povoações mais distantes, se no Estado de São Paulo, as manifestações das opiniões contrárias aos ordenamentos políticos do momento, suscitam calafrios e idéias de crimes contra a vida?
            Depois que inventaram as câmeras ocultas tornou-se mais difícil roubar o dinheiro público e justificar dizendo que tudo foi produto do mais legítimo trabalho. Quantos ladrões, ao longo do tempo, não atribuiram a miséria dos seus desafetos à preguiça e a vagabundagem?
 
            Mas não era mesmo comum ver muitos políticos, desses que estão há mais de vinte anos, agarrados às tetas do estado, vestindo aquele terno caro, fechando a porta do seu carro importado e, segurando na mão esquerda a milésima escritura do imóvel, recém-adquirido, dizer ao acompanhante que “fulano” é pobre porque é mandrião?
            Ainda bem que o Judiciário está atento a essas quadrilhas formadas por gente escolada, com formação universitária e que continua metendo a mão no que não lhes pertence.
            Está claro, muitíssimo claro que se a lei não for obedecida, as estruturas da República estarão ameaçadas. A impunidade só será diluída com o uso de alguma força, geralmente atributo do Exército Brasileiro.
            É o que temos dito.
 
Fernando Zocca.   
           
             

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publicado às 12:02


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