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Agressão Química

por Fernando Zocca, em 18.05.12

 

 

O amor é mesmo lindo.  E você pode avaliar o amor à sua volta quando o ar que respira é límpido; o silêncio da rua demonstra a sanidade dos que ali residem e a paz impera para a alegria geral dos viventes.

Sim porque, imagine o fato de respirar diuturnamente os vapores dos solventes de tinta e da gasolina, durante as refeições e o sono.

A intoxicação provocada pelo chumbo emanante desses produtos pode produzir graves distúrbios neurológicos, que por sua vez, levarão a comportamentos ruinosos.

Quando a intenção, por trás disso tudo é a de provocar realmente esse tipo de resultado, você pode concluir que o “amor” daquele lugar não é tão amor assim.

No seio de um grupo, as divergências de entendimentos que levam a atitudes opostas, geralmente não resultam em outra coisa que não seja a diluição da formação.

Sem o consenso, até as constituições coesas por ideais religiosos podem romper-se. Não é verdade?

Perceba que provocar o desconforto em alguém, utilizando essa forma de agressão química, pode ser enquadrado como crime.

Assim aqueles que, numa funilaria, nas dependências do Congresso Nacional ou da Universidade, produzem vapores tóxicos, capazes de atingir a integridade física de alguém, podem e devem ser responsabilizados criminalmente.

Na verdade os agentes das tais condutas, debaixo de uma boa avaliação especializada, demonstrariam, sem dúvida nenhuma, serem portadores de distúrbios gravíssimos de personalidade.

Antes mesmo que os crimes mais diretos contra a honra, a integridade física, ou a própria vida dos confinantes aconteçam, a sociedade, por meio das suas instituições especializadas, precisa aplicar urgentemente as repreensões.

 

 

 

Falando em gasolina veja o vídeo.

 


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publicado às 14:53

Fazendo Pirraça

por Fernando Zocca, em 14.05.11

Foto: bagre bandeira

 

 

                                              O cabeça de bagre ordinário é bem chegado numa pirraça. Basta ele descobrir o que você mais detesta pra logo providenciar o reforço no acinte.


                    Esse tipo de baiacu do brejo é geralmente limitado no vocabulário, e é por isso que a excrecência vale-se das estereotipias.


                    O sentimento de inferioridade que o controla, leva-o a referir-se ao outro de forma depreciativa. É bem comum notar nele o desejo de que aquele “modelo” que lhe provoca a sensação de pequenez fique logo louco.


                    É a compensação para a nulidade que o compõe. “Como vou dizer pra essa minha turma que eu sou um bosta, que não sei nada, que nunca tenho razão”?


                    Só mesmo o enlouquecimento, o cometimento de crimes e a total degradação moral do “exemplo” que o minimiza, podem mantê-lo com o moral elevado e o controle da quadrilha.


                    Essa mentalidade de baiacu não é rara. Veja como anda o ensino público; perceba o que aprendem as crianças nas escolas municipais e estaduais.


                    O fracasso na transmissão do conhecimento é o lodo onde vivem esses bagres, baiacus, aproveitadores e fazedores da desgraça.


                    Pode um analfabeto tirar carteira de habilitação? Tenha o meu amigo e prezado leitor a certeza de que é possível ao analfabeto possuir a carteira de habilitação.


                    E olha que, além disso, não é incomum esse tipo de escamoso dirigir alcoolizado. Pirraça é fogo.


 

Vídeo:

Cuidado com o tubarão.

É um peixe assassino.


 

A.L. R.doT. 310.

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publicado às 17:59

...

por Fernando Zocca, em 25.10.10

O líder comunitário e a rabiola presa

 

                              Quando um líder comunitário tem entre os seus credores um deputado federal, dificilmente poderá repercutir opinião diferente deste, mesmo que totalmente equivocada.

 

                Dentre as confusões que fazem sobre o que seja ou não roubo, esquecem-se de classificar os de maior ou menor potencialidade danosa ao bem comum.

 

                Apesar de o delito estar presente tanto no furto de um panetone, quanto num fardo de dinheiro público, este último produz muito mais malefícios do que o primeiro.

  

                  Quando falamos em panetones não podemos deixar de lembrar os roubos ocorridos no Distrito Federal, em que estiveram envolvidos, dentre outros, o ex-governador José Roberto Arruda, então filiado ao DEM.

 

                Para quem ainda não sabe, DEM é a sigla do partido dos democratas, aqui no Brasil, aliado ao PSDB que por meio de José Serra, disputa a presidência da república.

  

                O PSDB tem afinidades com o partido Republicano dos Estados Unidos e no tempo de FHC, Bill Clinton então presidente daquele país, comprometeu todo mundo a sua volta, quando veio a público o escândalo com a estagiária Mônica Lewinsky.

 

                Poderíamos dizer, sem medo de nos enganarmos, que não haveria crime sem lei anterior que o definisse?

 

               Então, como é que podem estes senhores, afirmar serem delitos, a publicação das fotos de um contador meliante, sua concubina bancária e filha desocupada, flagrados no exato momento em que agrediam, com socos e pontapés, a um pacato cidadão, no corredor de uma lan house?

 

                Como é que podem afirmar ser delito o uso de fotografias, vídeos e textos publicados na internet, se não existe lei anterior que defina tais atos como crime?

 

 

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publicado às 13:44

Minha amiga Marlene

por Fernando Zocca, em 01.10.10

 

 

                            Ontem assistindo ao último debate entre os candidatos à presidência da república, ocorrido na sede da Rede Globo do Rio de Janeiro, me dominava uma agonia terrível, especialmente quando José Serra e Marina Silva usavam a palavra.

 

                   Sabe aqueles momentos em que você fica sem respirar, por um ou dois minutos, quando está debaixo d´água ou quando seu quarto é invadido por fluídos tóxicos, vindos da funilaria do lado?

 

                   Não sei porque o candidato Serra estaria associado à essa espécie de agressão contra o meio ambiente. Talvez seja por tratar-se de integrante do PSDB, partido que deseja muito trazer uma fábrica de automóveis para Piracicaba.

 

                   Ai você já viu né? Automóvel tem a ver com pintura e pintura com os compressores; e compressores, com empesas descompromissadas com as regras municipais, reguladoras da matéria.

 

                   Compressor também tem a ver com a omissão das autoridades municipais que deixam de promover as fiscalizações necessárias.

 

                   Uma funilaria carece, para funcionar, do alvará municipal e, para recebê-lo, o tal empreendimento necessita adequar-se às regras de uso dos equipamentos.

 

                   O tal empreendimento, prestador de serviços, precisa também estar em dia com o pagamento das taxas de poder de polícia, das taxas de iluminação, e do Imposto Sobre os Serviços de Qualquer Natureza.

 

                   Em não ocorrendo isso, o tal “serviço” estaria a violentar as normas feitas para esse tipo de atividade.

 

                   E se não estiver, a tal prestadora de serviços, em dia com as obrigações fiscais, trabalhistas e demais encargos, ficaria sujeita às penas da lei.

 

                   Entretanto se o município não coloca os departamentos criados para fiscalizar o cumprimento das leis, incorre em crime de responsabilidade.

 

                   Mas é aí? Quem é que se habilita a exigir da prefeitura o cumprimento das leis?

 

                   Minha amiga Marlene, grande funcionária pública, me disse certa ocasião:

 

                   - Deixa pra lá esses assuntos. Aqui todo mundo se conhece. Nem ligue. Respirar tinta de automóvel não faz mal nenhum. Hoje em dia até câncer de pulmão estão curando.

 

                   Isso até pode ser verdade, minha querida Marlene. Mesmo assim a agonia e o terror que as imagens de José Serra do PSDB e Marina Silva do tal PV despertam em mim, quando aparecem na TV, não deixam de ser uma constatação legítima.

                  

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publicado às 16:41

Subindo pela contramão

por Fernando Zocca, em 11.01.10

 

                               Isso é que é um serviço bem feito e respeito pela propriedade alheia. Ninguém pode mesmo reclamar. A responsabilidade chegou e se instalou no local. E perceba que ainda nem começaram a usar o compressor de ar.
                               Quem é o herói, com coragem suficiente, para deixar o seu carro na mão de um “funileiro” desses? O serviço, depois de terminado, apresentará um resultado na lataria, bem pior do que quando chegou à oficina.
                               Note que o tal “funileiro” usa até um enxadão para desamassar o pára-lamas do carro.
                               Não seria de estranhar se essa “oficina” estivesse instalada numa ladeira, onde para subir é necessário trafegar na contramão.
 
                                
                                

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publicado às 15:25


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