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Praia

por Fernando Zocca, em 22.07.15

 

Rio de Janeiro 03 07 a 18 de 07 de 2015 034.JPG

 

Não é muito aconselhável ir à praia no inverno. Mas se você for, saiba que encontrará situação bastante desconfortável.
A começar pelo céu cinzento, carregado de nuvens, que emoldura o local, até o frio da areia que lhe cobre os pés, o ambiente não se prestaria a outra coisa que não fosse o realce do desprazer.
Ao se aproximar você já sente o vento frio, constante, constritor, vindo das águas. Na sua presença parece que ele pede e você vai ingenuamente entregando logo tudo: primeiro tira o calçado, as meias, o jeans, soltando em seguida a blusa e a camiseta.
De bermudas você pode até, com o olhar, buscar mais alguém que tenha chegado ali, naquele ponto crítico, sofrido. Não estranhe se não houver nada além de alguns incautos e duas dúzias de pombos.
O inesperado, gélido feito o mármore das tumbas, prossegue então solicitando-lhe novos desafios: mas e a água gelada; a espuma das ondas? Sim... Mas e a areia que afunda sob as pisadas?
Apesar de tudo você perceberá que o vermelhão do seu rosto, o desalinho dos seus cabelos, o roxeado da sua pele - realíssimos - não são ficção nenhuma.
Se a sua coragem foi suficiente para fazê-lo avançar até molhar os pés verá que nas suas pernas algumas bolhas demoram pra escorrer.
O som da arrebentação e o movimento constante das ondas podem atordoá-lo. E se você não ultrapassou as bandeirolas informativas de que o local é impróprio para o banho ou natação, é melhor ir se atirando de corpo e alma.
Do contrário, meu amigo, saia de fininho, fingindo consternação. "Entregar o ouro" da saúde, assim, de mão beijada, pro frio bandido, não é nada inteligente.
Praia no inverno não é nada bom.

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publicado às 12:37

Ministro diz que homossexualismo é doença

por Fernando Zocca, em 05.07.11
Gays e simpatizantes celebram o aniversário da descriminalização do homossexualismo na índia em Nova Délhi neste sábado (2) (Foto: AP)


Do G1, com agências internacionais


O ministro da Saúde da Índia, Ghulam Nabi Azad disse em uma conferência sobre a AIDS, nesta segunda-feira (4), que o homossexualismo é uma "doença" que atinge cada vez mais pessoas.

"A doença dos homens que praticam sexo com outros homens é antinatural e não é boa para a Índia. Não somos capazes de identificar onde está ocorrendo", afirmou o ministro.

"É fácil encontrar as trabalhadoras do sexo e conscientizá-las sobre o sexo seguro, mas é um desafio encontrar os homossexuais", acrescentou Azad, cujas declarações foram publicadas pela agência indiana Ians nesta terça-feira.

Na Índia, onde há cerca de 2,5 milhões de pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, até 2009 o homossexualismo podia ser punido com  dez anos de prisão. Apesar de não mais existir esta lei, grande parte da sociedade alimenta preconceitos e discrimina a classe.

"É surpreendente que o ministro da Saúde deste país faça um comentário assim", declarou à Ians o ativista Mohnish Malhotra, um dos organizadores do "Dia do Orgulho Gay" na Índia.

A conferência na qual Azad deu as polêmicas declarações teve a presença do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e da líder do governamental Partido do Congresso, Sonia Gandhi.

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publicado às 14:07

O mazute que sufoca

por Fernando Zocca, em 01.02.10

 

               Para quem não sabe o mazute é um óleo grosso, viscoso, obtido como resíduo da destilação do petróleo bruto.
                O uso dessa substância nos motores a Diesel, degrada o meio ambiente e a saúde das pessoas. O mazute é um dos responsáveis diretos pelo aquecimento global. De fato, a queima desse material na superfície terrestre, induz o aquecimento da atmosfera. O aumento da temperatura do ar leva ao derretimento das calotas polares e as imensas camadas de gelo se lliquefazem.
                Do estado líquido aquelas águas todas, que foram gelo, transformam-se, pela  incidência dos raios solares, em vapor formador das nuvens.
                A grande quantidade de chuva, que se observa nesses tempos, pode-se atribuir à precipitação da águas vindas dos polos que encharcam os morros, provocando deslizamentos, mortes,  inundando as cidades e destruindo tudo.  
                O agravamento dos problemas respiratórios deve-se também ao mazute, que rouba a saúde cardiovascular, principalmente das crianças. Não é rara a existência de cidades com déficit no setor de saúde pública. Nesses casos o atendimento à população é ineficiente.
                Pode-se perceber a presença desse elemento, nocivo à saúde humana, nos centros das grandes cidades. O mazute queimado gruda na pele, irrita os olhos, pode causar problemas nas cordas vocais, bem como desfavorece a recuperação dos portadores de câncer.
                A presença dos vapores do mazute maligno pode ser notada nas ruas onde há grande circulação de veículos. Certamente os portadores de afecções respiratórias só tem a perder com esse produto.
O mazute presente no ar, principalmente dos centros das cidades, furta a saúde das pessoas, podendo levar muitos às internações hospitalares.

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publicado às 18:04


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