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Dilma escolhe aviões da FAB

por Fernando Zocca, em 10.12.10

 

                             Quase todo mundo sabe a importância que tem a aviação nos dias atuais.

                Os aviões significam a transposição das grandes áreas de território, em tempo bem reduzido. 

                No tempo de Dom João VI, por volta de 1808, uma viagem de Lisboa até o Rio de Janeiro, demorava cerca de 90 dias.

                Hoje bastam algumas horas a bordo de um avião e você estará em outra cidade, outro país.

                Agora imagine a importância comercial que tem essa alternativa oferecida pela aviação.

                Os industriais dispõem de um meio de escoamento rápido das suas produções.

                O transporte de pessoas tornou-se mais eficiente, rápido e barato.

                Agora, quando falamos em transporte de gente, pensamos também na locomoção do pessoal encarregado da defesa da sociedade, como os soldados, por exemplo.

                Quando falamos em soldados lembramos logo dos conflitos bélicos internacionais.

                E quando ocorrem problemas dessa ordem, o uso de aviões militares é indispensável para a acomodação e apaziguamento da beligerância.

                Atualmente o governo brasileiro pretende renovar as esquadrilhas de aviões de caça da FAB.  

                Participam do processo de escolha os fabricantes do GRIPEN da Suécia, do RAFALE da França e do F/A18 o SUPER HORNET dos Estados Unidos.

                Os três modelos teriam características semelhantes e os fabricantes transfeririam, para a indústria brasileira, as técnicas de fabricação.

                No atual momento das negociações, o presidente Lula disse, recentemente pela imprensa, que pretende deixar a decisão da escolha para a presidenta eleita Dilma Rousseff.

                Veja no vídeo abaixo uma exibição do F/A18 Super Hornet, do concorrente norte-americano.

 

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publicado às 12:14

O Embarque

por Fernando Zocca, em 18.05.10

 

                           - Gente, eu vi! Ela estava prestes a embarcar pra Londres, mas deu um problema com o passaporte e a coisa enguiçou. A mulher do outro lado do balcão insistia pedindo coisas fúteis. Eu percebi que minha amiga ficava nervosa com aquela burocracia toda; mas ela não dizia palavra alguma que ofendesse a funcionária.

 

                   - E daí? Conta, conta mais! – implorava a ouvinte atenta nas palavras do Bafão.

 

                   - Bom – continuou ele – Você sabe que nossa amiga é um amor de pessoa. Ela é incapaz de pisar numa barata, esmagar qualquer mosca ou estapear um pernilongo. Entretanto eu notei que ela, de repente fixou o olhar assim, num ponto vago do espaço, sua respiração tornou-se ofegante e ela, pacientemente, mais uma vez, buscou na bolsa a papelada que a funcionária do aeroporto pedia.

 

                   - Ela foi barrada? Não a deixaram embarcar? – o tom de voz da freguesa do Bafão era de ansiedade. Ela acabara de comprar o leite e o pão no boteco mais frequentado do bairro.

 

                   Bafão alisava o balcão com um guardanapo e percebendo o interesse da consumidora continuou:

 

                   - Quase! Quase que não a deixam pegar o avião. O tumulto estava muito forte. Tinha gente que ia prá lá, gente que vinha prá cá, um vozerio, era o inferno. E havia um camarada que varria, sem cessar, o chão do lugar, assim, bem perto dos pés dela.

 

                   - Estranho! – concluiu a mulher que segurava os sacos plásticos continentes de um litro de leite e seis filões. – Mas e daí? – prosseguiu a vizinha – ela pegou o avião, conseguiu embarcar?

 

                   - Bem, eu não posso dizer que ela não embarcou.  Sei que já faz um tempo que não a vejo. Mas na verdade não vi o embarque. As pessoas comentam, dizem que sim, que ela embarcou. Mas não sei se foi numa boa.

  

                   - Olha seu Bafão se ninguém comentou nada pode até ser que o embarque dela tenha sido pacífico. – concluiu a freguesa dirigindo-se para a saída. – Ah, olha – continuou ela – bota essas coisas na minha conta. O senhor sabe, meu salário vem só no fim do mês.

 

                   - Ah, tudo bem, não se preocupe com isso. – Bafão sabia que sua complacência, um dia, o poria em alguma dificuldade.

 

 

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publicado às 20:35


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