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por Fernando Zocca, em 25.10.10

O líder comunitário e a rabiola presa

 

                              Quando um líder comunitário tem entre os seus credores um deputado federal, dificilmente poderá repercutir opinião diferente deste, mesmo que totalmente equivocada.

 

                Dentre as confusões que fazem sobre o que seja ou não roubo, esquecem-se de classificar os de maior ou menor potencialidade danosa ao bem comum.

 

                Apesar de o delito estar presente tanto no furto de um panetone, quanto num fardo de dinheiro público, este último produz muito mais malefícios do que o primeiro.

  

                  Quando falamos em panetones não podemos deixar de lembrar os roubos ocorridos no Distrito Federal, em que estiveram envolvidos, dentre outros, o ex-governador José Roberto Arruda, então filiado ao DEM.

 

                Para quem ainda não sabe, DEM é a sigla do partido dos democratas, aqui no Brasil, aliado ao PSDB que por meio de José Serra, disputa a presidência da república.

  

                O PSDB tem afinidades com o partido Republicano dos Estados Unidos e no tempo de FHC, Bill Clinton então presidente daquele país, comprometeu todo mundo a sua volta, quando veio a público o escândalo com a estagiária Mônica Lewinsky.

 

                Poderíamos dizer, sem medo de nos enganarmos, que não haveria crime sem lei anterior que o definisse?

 

               Então, como é que podem estes senhores, afirmar serem delitos, a publicação das fotos de um contador meliante, sua concubina bancária e filha desocupada, flagrados no exato momento em que agrediam, com socos e pontapés, a um pacato cidadão, no corredor de uma lan house?

 

                Como é que podem afirmar ser delito o uso de fotografias, vídeos e textos publicados na internet, se não existe lei anterior que defina tais atos como crime?

 

 

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publicado às 13:44

O Equívoco do Crítico

por Fernando Zocca, em 23.02.10

 

Por Fernando Zocca
 
              Pois é, o sujeito não descansou enquanto não meteu o pau no prefeito, dizendo pra todo mundo que ele havia furtado 45 ambulâncias. O queixoso foi às rádios, aos jornais, pichou muros, distribuiu panfletos, e fez até comícios.
         Ele não se alimentava mais corretamente, não dormia, quase não tomava banhos e já se relacionava mal até com a esposa.
         No bar ele só tinha aquele assunto: “o prefeito tinha mesmo se envolvido com as ambulâncias; portanto deveria ser processado e, se apurada a responsabilidade, punido”.
         Nos bares todos os bêbados, quando notavam a presença do  queixoso, já sabiam que ele falaria do prefeito e suas ambulâncias. Por isso mesmo procuravam disfarçar simulando não vê-lo quando entrava nos botecos.
         E tome discurso: “foram mais do que 45 ambulâncias. Muito mais”, dizia ele com toda a ênfase. Na verdade além desse tipo de veículo havia também a suspeita de que o alcaide  se metera com planos de saúde. E tome lero-lero.
         O blablablá era tão intenso que se formou uma comissão política na cidade com o objetivo de informar ao preclaro cidadão, zeloso das coisas públicas, que ele estava redondamente enganado. Nada a ver aquele assunto chato dele, sobre o prefeito e as ambulâncias.
         O chefe do poder executivo, conceituadíssimo, nos meios políticos tradicionais,  jamais se deixaria levar por tentações de superfaturar os preços dos tais veículos.
         A onda de convencimento do “vereador” foi tão forte e consistente que ele, no final, envergonhou-se do que vinha dizendo.
         Completamente equivocado ele prometeu que jamais repercutiria os assuntos dos quais não tivesse tanta certeza.
         Na verdade o que todos sabiam era que o respeitável homem público não tinha nenhum tipo de rolo com as ambulâncias, mas sim com as licitações fraudulentas, que objetivavam construir as famosas e desnecessárias pontes.
         Tá vendo só? Que vergonha!    

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publicado às 21:53


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