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Pedofilia entre enteado e padrasto

por Fernando Zocca, em 21.04.09

 

           Nesses últimos meses temos presenciado, pela mídia, a revelação de centenas de casos de pedofilia praticados por parentes próximos das vítimas. Nesse sentido, padrastos, pais e até professores envolveram-se nesse tipo de crime macabro.
         A denúncia pronta tem possibilitado a identificação e a repressão desses agentes que corrompem a infância de muitas pessoas. Não são poucos os casos que permanecem no anonimato e não são poucas também as ocorrências nas quais as autorias dos delitos são atribuídas a quem não tem nada a ver com a situação.
         Quando padrastos, tios, avôs e até pais chegam a esse estágio é sinal de que alguma patologia mental instalou-se no grupo familial. Constata-se a incidência maior desse tipo de anormalidade, onde há o uso do álcool, impera o tabagismo e a maconha é consumida impunemente.  
         Somando-se a essas incidências toxicológicas o analfabetismo, as crendices e superstições, obtêm-se o resultado criminoso das violências contra crianças.
         Estamos falando de loucos insensíveis mesmo. Nota-se a predominância do mau humor, a agressividade, a hostilização constante e o desassossego na maior parte do tempo. Não conseguem manter-se na boa paz, em harmonia. Há sempre mobilizações exaltadas e odientas.
         Observa-se nesses núcleos, onde há grande concentração das patogenias psíquicas, a ausência das práticas físicas saudáveis. Os viciados permanecem girando sempre sobre as mesmas ações, fechados para as novidades da TV, jornais ou rádio.
         Não é raro a procura por benzedores, passes, consultas com “espíritos” e cartomantes.  Observa-se também a predisposição para os crimes violentos.
          Assim os crimes de latrocínio e homicídio são perpetrados mais pelos degenerados pedófilos incuráveis, profundamente intoxicados, do que os delitos de furto e estelionato.
 Podemos observar nas grandes cidades brasileiras o consumo de drogas enraizado nas classes mais pobres. Na periferia dos grandes centros crianças e adolescentes são levadas às drogas sem que tenham qualquer perspectiva de um futuro melhor.
Alguém pode imaginar outro estilo de vida para essas pessoas sem que Deus não esteja presente?
       
         Veja vídeo relacionado com a matéria http://videos.sapo.pt/DALRRzBi8Y85AoVc99sW
 

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publicado às 23:54



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