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Tribunal rejeita contas da Prefeitura

por Fernando Zocca, em 16.04.09

 

        O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo rejeitou as contas da Prefeitura Municipal de Piracicaba, relativas ao exercício de 2005.
         Segundo a decisão do órgão, a administração municipal comandada pelo prefeito Barjas Negri (PSDB), não aplicou o percentual de 25% do orçamento anual de 2005, na Educação conforme determina a Constituição Federal.
         O Tribunal de Contas não considera aplicação na Educação, ou no ensino dos munícipes, as verbas destinadas ao pagamento de salários dos componentes do Pelotão Escolar, dos inativos da Secretaria da Educação, despesas com salários dos Agentes Escolares de Saúde, luz, telefone, prestadores de serviços, zeladoria, vigilância, portaria das Escolas Municipais de Ensino de Educação Complementar (EMEC), bolsa de estudos a servidores do Ensino Infantil e Fundamental e convênio Educação Rural com a Pastoral do Serviço de Caridade (Pasça), subvenção anual à Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Piracicaba (AUMA), vale transporte e cesta básica a servidores com receita do Fundef.
         Para os técnicos do Tribunal de Contas, a Prefeitura de Piracicaba destinou somente 24,34% (do montante de 25% do orçamento anual), que deveria ser aplicado na educação real das pessoas do município.
         A decisão do Tribunal provocou uma audiência pública na Câmara Municipal de Piracicaba, onde sob a presidência do presidente da casa, o vereador José Aparecido Longatto (PSDB), evidenciou-se, para uma platéia composta por simpatizantes do governo, a falha no julgamento do órgão.
         Para Longatto a administração aplicou 26,79% do orçamento no ensino dos cidadãos piracicabanos.
         Em casos como esse, onde não há aceitação das contas apresentadas pelo Executivo, cabe ao Legislativo aprovar ou não os números apresentados.
         Como na Câmara Municipal de Piracicaba não existe oposição política às pretensões do PSDB, os cidadãos podem considerar aprovadas as contas rejeitadas pelo Tribunal.
 

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publicado às 17:09

Batendo o martelo

por Fernando Zocca, em 15.04.09

 

         Quem poderia imaginar um encontro entre a tia Ambrosina e Van Grogue? Pois ele aconteceu mesmo. Foi assim:
         O biriteiro Grogue, que já ostentava uma cabeleira quase toda branca, saiu do boteco do Maçarico, depois da pingaterapia do dia e, ao tentar atravessar a rua, quase foi atropelado pela velha senhora, proprietária do maior latifúndio urbano do Estado de São Tupinambos, a tia Ambrosina, que dirigia o Tucson recém-adquirido.
         Além de acionar a buzina, com bastante indignação, por ter alguém tão estrumbicado, atrapalhado sua passagem, a mulher abriu a janela lançando impropérios contra o infeliz cambaleante.
         - Sai da minha frente, ô pobre inferior! Será que me atrapalha só porque tenho parentesco com os donos da cidade? Vai querer chicote?
         Então Van Grogue, bem atordoado, mas lembrando-se da pessoa que o ofendia respondeu:
         - O quê, tia Ambrosina? Todo mundo sabe que a senhora quer regular a vida dos outros; que trata todo mundo como se fosse retardado mental. E todos sabem também que a senhora tem o que tem, por ter roubado a herança das outras pessoas. Quem a senhora pensa que é para responder por quem não lhe deu procuração? Quem a senhora pensa que é para difamar a todas as pessoas com quem não simpatiza?
         Tia Ambrosina, percebendo que os gritos na rua chamavam a atenção dos vizinhos, puxou com força o freio de mão do caro e, pondo-se a esgoelar, botou a cabeça pra fora da janela:
         - Van Grogue do inferno, vou mandar internar você, seu retardado mental, seu down fugitivo da psiquiatria; vou acionar o Silly Kone e garantir seu ingresso no sanatório, sua besta inútil!
         - Devolve minha herança, velha maldita. Tire seus cachorros cancerosos de cima de mim! Ladra surrupiadora do dinheiro que o povo entrega à prefeitura para pagar o que é imposto. Saia logo com sua corriola de mágicos da cidade!
         A tia Ambrosina sentiu-se mal naquele momento. Pensou em ligar para Tendes Trame, Jarbas o caquético, mas conteve-se.  Encolhendo-se no banco, fechou o vidro e arrancou sem dizer mais nada.
         Ela estava mesmo ficando velha. Já não apreciava tanto os bate-bocas fenomenais do passado, que a celebrizaram tanto. Pensando em desistir de tudo, inclusive apagando um blog que iniciara para comentar a política de Tupinambicas das Linhas, Ambrosina pisou fundo no carrão, saindo de uma vez por todas, das proximidades donde estava aquele biriteiro energúmeno. Na vizinhança alguém batia um martelo com alguma insistência.
 
 
Fernando Zocca

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publicado às 18:14

O bar do Maçarico

por Fernando Zocca, em 14.04.09

 

         Van de Oliveira Grogue estava muito irritado naqueles primeiros dias do outono. Ele não acreditava que as pingas que bebia eram corrompidas pela ferrugem das tampinhas vedantes das garrafas.
         Ao caminhar cabisbaixo pela calçada, encharcada por causa das chuvas da noite anterior, Van pensava se o mal estar que sentia, seria minimizado por outras doses de pinga ingeridas “de encontro”.
         Crendo que a ressaca se curava com mais e mais álcool, Van decidiu ir ao bar do Maçarico, que ficava na esquina das ruas da Folga e Boa Vida.
         Durante o trajeto Grogue percebeu que sua amiga Elza, com quem estivera, numa das praias paradisíacas do litoral sudeste brasileiro, vinha em sua direção, carregando uma pequena sacola branca de plástico.
         A mulher ainda jovem foi logo cumprimentando o mais famoso biriteiro das plagas tupinambiquences:
         - Fala Van Grogue, pinguço do inferno!
         - Ô Elza, minha menina, como vai? Há quanto tempo, a gente não se vê! Se você não falasse comigo eu nem perceberia... – mentiu Van, simulando surpresa.
         - É, tenho notado que seu rosto está um tanto quanto que redondo demais. Seria por acaso, a pingaiada de sempre?
         - Que nada. Eu não bebo. Deve ser o cloro que estão pondo na água. Você sabe, esse prefeito é assim mesmo.
         Quando chegaram defronte ao bar do Maçarico eles pararam, mas Elza continuou a prosa:
         - Sabe Van, eu tinha um amigo o Edbar B. Túrico, não sei se você conhece... Você conhece o Edbar? – Elza indagava com visível interesse.
          - É claro que conheço. Nós fomos os primeiros fregueses do bar do Billy Rubina, a gazela. Nós ajudamos a fundar a instituição. – Grogue notou que o esforço feito para recordar fatos antigos causava-lhe certa dor de cabeça. Seria enxaqueca?
         - Então – continuou Elza - veja bem o que aconteceu com o Edbar: Ele foi abordado por um sujeito gozador chamado Chanom que tirou o maior sarro da cara dele, depois de lhe ter roubado parte da herança, aproveitando o fato dele viver sempre tonto, com a cuca cheia de cajibrina. Esse tal gozador era conhecido por ter o hábito do carteado. Ele não saía das sedes de jogo de baralho.
         Pois bem, quando Chanom conseguiu firmar uma amizade sólida com o Edbar, convidou-o a passar uns dias numa fazenda distante da cidade.
          Foi no dia em que o jogador comprou um Dodge Polara Cinza, zero quilometro, pagando a vista, com um cheque ganho na caxeta. Chanom, pegou Edbar na casa dele e, seguindo para um açougue comprou vinte quilos de carne e muita cerveja, tomando rumo ao sítio Pica-fumo.
         Na verdade o local era uma fazenda, onde não havia energia elétrica e nem água encanada. A luz para iluminar a escuridão das noites, vinha de lampiões, e a água, do poço, que ficava distante alguns metros da porta do quintal.
         Então quando estavam prestes a tomar o rumo do sítio, entrando na estrada de terra que levaria ao local, foram parados por uma viatura da guarda. Os homens estavam com um mandado de prisão contra Chanom, por não ter ele pago uma suposta dívida relacionada com pensão alimentícia.
         Ora, Edbar B. Túrico que achava que passaria boas horas longe do movimento tenso da cidade, quedou-se muito frustrado por causa daquele incidente.
         E papo vai, papo vem, Edbar ficou sabendo que vinte e cinco mil reais pagariam a conta reclamada. E como ele acabara de ser agraciado com uma bolada deixada por um parente finado, resolveu pagar a dívida do Chanom, obtendo em troca, a promessa de ressarcimento, no futuro.
         Depois que os “guardas” pegaram o cheque assinado por Edbar, ligaram para um suposto agente, que estaria num suposto escritório e, que garantiu a libertação do Chanom.
         E lá se foi a dupla rumo ao sítio. Edbar seguia mais pobre, mas consolado por uma promissória preenchida à mão, com tinta preta.
         Para chegarem àquela fazenda, propriedade de um parente do Chanom, a dupla tinha que parar o carro e, alguém deveria descer para abrir as porteiras que ficavam sobre mata-burros.
         Nas duas paradas que a dupla foi obrigada a fazer para abrir e fechar as porteiras, quem desceu foi o
Edbar.  Quando ele voltava pra dentro do carro era obrigado a ouvir “O menino da porteira”, em alto e bom som.
         Bom, pra resumir o assunto, quero lhe dizer que Edbar B. Túrico saiu dois dias depois daquela fazenda, após ter assinado documentos que transferiam a propriedade do seu apartamento ao maligno Chanom.
         Quando terminou a narrativa Elza perguntou:
         - Você entendeu agora, porque não é muito bom estar bebendo assim do jeito que você bebe ô Grogue?  
          - Ah, mas é claro que eu saco esse lance. Quem é que não sabe disso? Mas há diferenças entre eu e o Edbar. – Apesar do atordoamento que sentia Van ainda conseguia expressar algum raciocínio. – Primeiro - continuou ele - eu não sou alcoólatra igual ao Edbar, e segundo, não tenho propriedade nenhuma. Falou colega? – dizendo isso Van Grogue despediu-se da mulher zelosa e entrou, pisando com o pé direito, no bar do Maçarico.
 
 
 
Fernando Zocca.

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publicado às 16:56

Stallone filma no Rio

por Fernando Zocca, em 13.04.09

 

      O ator norte-americano Sylvester Stallone que viveu os personagens Rocky e Rambo, está no Rio de Janeiro com sua equipe, onde roda o longa metragem Os Mercenários.
 
       A trupe filma no centro de Mangaratiba, cidade escolhida para abrigar um país latino fictício, governado por um ditador cruel.
 
       Numa entrevista coletiva, concedida na sexta-feira (3), no Hotel Sofitel, ao lado da atriz Giselle Itiè, Stallone, que também é diretor, afirmou ''O Brasil é um país tropical, sabia que poderia fazer algo sofisticado e com estrutura aqui'‘.
 
       Sly, apelido carinhoso com o qual Stallone gosta de ser chamado, disse também que é fã do cinema brasileiro, tendo visto Ensaio sobre a Cegueira e Cidade de Deus de Fernando Meirelles.
       Antes de escolher Mangaratiba, Sly visitou a Favela Tavares Bastos (Catete), a Colônia Juliano Moreira (Jacarepaguá) e a Praça Mauá (centro do Rio), tendo fixado os sets no Parque Lage, (Jardim Botânico) e Mangaratiba.
       No porto de Mangaratiba, transformado na entrada da cidade fictícia Vilena, acontecerão as cenas mais emocionantes em que o mercenário Barney (personagem de Sly) combaterá os seguidores do ditador.
       Um cais de madeira foi construído especialmente para ser explodido, durante os momentos mais tensos da trama. 
       Giselle Itié, escolhida a dedo por Stallone, dentre outras 15 atrizes, viverá a líder comunitária Sandra, que é defensora dos interesses do seu povo e, se envolverá com o personagem do ator inglês Jason Statham.
 
       ''Não usarei armas nem bombas. Darei socos e chutes. Será com a minha forcinha mesmo'' disse a atriz aos repórteres.
 
 
 
 
 

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publicado às 02:18

Morre o deputado João Herrmann

por Fernando Zocca, em 12.04.09

 

         O deputado federal João Herrmann Netto, 63 anos, faleceu no sábado (11) depois de ter caído, durante a madrugada, na piscina de sua fazenda Anaquariganga, localizada em Bauru SP.
         Segundo as informações divulgadas hoje no site do jornal A PROVÍNCIA, o deputado teria feito sauna durante a madrugada, conforme seu costume e depois, ao mergulhar na piscina teria batido a cabeça, morrendo afogado.
         O corpo, encontrado por seu filho caçula, às 3:00 da manhã, foi encaminhado ao IML de Bauru, de onde seguirá para a prefeitura de Campinas, onde será velado a partido das 18:00 deste domingo.
         O enterro do deputado ocorrerá na segunda-feira (13) pela manhã, em Campinas, no jazigo da família.
         João Herrmann Neto, que também foi prefeito de Piracicaba, era casado em segundas núpcias, com Jussara Neptune Herrmann com quem tinha um filho. Do primeiro casamento deixa quatro filhos.
 

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publicado às 17:28

Destaques da semana

por Fernando Zocca, em 11.04.09

 

         A propósito do que vivenciamos hoje em dia pela televisão, nada mais apropriado do que tecer algum comentário sobre os temas. Destacam-se a novela da Glória Perez, Caminho das Índias, que no emaranhado da trama apresenta o personagem Tarso, vivido por Bruno Gagliasso, padecente de psicose e, o terremoto na Itália que matou muita gente.
         Quais são as semelhanças e diferenças entre o sujeito que surta no meio da rua e aquele que constrói um edifício que, ao desabar mata dezenas de pessoas?
         O sujeito maluco que sofre com os transtornos psiquiátricos é antes de tudo uma vítima. Vítima de traição, de furto inclusive. O construtor, com sua ambição inconseqüente ceifa, rouba vidas ou a saúde de muitas pessoas. E ele não está “nem aí com a cor da chita”.
         O maluquete que vira fantoche nas mãos de gente cruel não aprendeu a discernir quem lhe faz o mal; não sabe defender-se, ou quando o faz extrapola os limites do bom senso.
         O camarada que se propõe a levantar um edifício objetiva lucros e, mesmo que isso tenha que ser conseguido com a corrupção da obra, isto é, com o uso de material impróprio, isso será feito.
         O empreendedor inescrupuloso não está pensando no bem estar das pessoas que morarão no imóvel; se o projeto pode ou não prejudicar a saúde ou tirar-lhes a vida. Tanto faz. Para ele nada de mal pode acontecer. Ele “nem liga”.
         O terremoto ocorrido na Itália fez ruir centenas de imóveis que mataram muitas pessoas. As autoridades agora estão analisando o material dos escombros, pois crêem que os prédios que desabaram, poderiam ter sido construídos com areia inapropriada.
         Aqui em Piracicaba, nos meados da década dos anos 60, foi erigida uma construção projetada para ter 12 andares e 54 apartamentos. Diante da possibilidade da obtenção de mais dinheiro, com menos empenho, resolveram os construtores adicionar mais três andares, sobre a estrutura primitiva.
         O resultado foi um desabamento fenomenal que matou mais de 50 pessoas, aleijando outras tantas e inibindo a construção de outros prédios por muito tempo na cidade.
         Por outro lado (sempre há o outro lado) o maluquete que surta ou surtou no meio da rua, se algum crime cometeu ninguém sabe, ninguém viu. Onde estariam as vítimas do maluco surtador?
          Até o presente momento Tarso nem mesmo cogitou em bombas ou qualquer outro tipo de equipamento perigoso.
        
 
Fernando Zocca
 

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publicado às 18:35

Tosquiando o felpudo

por Fernando Zocca, em 11.04.09

 

        Quase tudo tem mais do que dois lados. O carneiro felpudo, por exemplo, tem o lado de cima, o lado de baixo, o lado direito, o esquerdo, o de dentro e o de fora. 
         Mas a bola, ah a bola, essa tem só dois lados. Portanto quando você me fala que é preciso ver também o outro lado, digo-lhe que não é somente esse a ser levado em conta.
         A verdade seja dita: será que dói um catiripapo bem dado, com a costa da mão na bochecha, mesmo que ela – a bochecha - esteja um tanto quanto que amortecida pelas “canas” ingeridas?
         Bom pra responder a essa pergunta só mesmo sofrendo na pele a experiência do safanão bem dado. Olha que muita gente que passou por isso teve que dar queixa na polícia. Sabemos como é. Então antes prevenir do que remediar.
         É verdade que sempre depois de várias maldades, surgem outras mais fortes, mais potentes. E, veja bem: algumas vítimas não conseguiram permanecer vivas para contar a história.
         É triste presenciarmos a desavença entre parceiros mesmo que não passem das discussões tolas. Mas a violência deve mesmo ser contida, se não, o lado mais vulnerável pode ter sérios prejuízos físicos.
         O carneiro felpudo, por exemplo, se não passar pela tosquia, acumula tanto pêlo que pode sufocar.  E aquele mal estar, aquela angústia pode se espalhar, por contágio, aos demais do rebanho.
         Portanto, para o bem de todos, e dele próprio, é melhor tosquiar logo o felpudo.
 

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publicado às 04:01

Aplicando a verba

por Fernando Zocca, em 09.04.09

 

Terminou o BBB9 e o grande vencedor foi Max Porto, o simpático carioca que conseguiu driblar as dificuldades surgidas no dia-a-dia, granjeando para si a simpatia do público votante.
Nós torcíamos para Ana, que infelizmente não conseguiu sobreviver ao sétimo e tenebroso paredão. É o jogo, fazer o quê?
O vencedor Max faz parte agora de um grupo seleto dos vitoriosos obtentores do premio de um milhão de reais. Os ganhadores, de todos os BBBs formam um clube, uma casta, uma elite de competidores audazes. Na composição do time não entra qualquer um.
O dinheiro pode ajudar em muita coisa, durar bastante tempo, ou não render nada, podendo até atrapalhar se não for usado com moderação.
Francine saiu com o amor, que pode ser o da sua vida, bastante fortalecido pelo “cacau” angariado.
A jornalista Priscila, com a fama conseguida, tem diante de si um caminho imenso na comunicação social, que pode ser bem confortável. Cremos que ela tem muito mais a oferecer ao público do que somente fotos para revistas.
Ao cerrarem as cortinas do espetáculo abrem-se as expectativas para o próximo show. Se eu tivesse ganho um milhão de reais faria parte dos planos de aplicação da verba, a aquisição de uma bike supimpa com a qual pedalaria todas as manhãs pela ciclovia de Copacabana.
 
 
 

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publicado às 19:25

Deficiência

por Fernando Zocca, em 08.04.09

 

Quanto maior o grau de deficiência de alguém para determinada ação, maior a necessidade da adesão de outrem na consecução dos objetivos propostos. Leia O mimo, em crônicas.

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publicado às 23:43

Quem você pensa que é?

por Fernando Zocca, em 08.04.09

 

Quando perguntaram ao Van Grogue quem ele pensava que era, ele respondeu: “Qualquer coisa, minha senhora. Menos ladrão da riqueza pública”. Leia O mimo, em crônicas.

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publicado às 21:38



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