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O Pinto no Lixo

por Fernando Zocca, em 09.06.12

 

Mas ora veja você meu queridíssimo leitor: como é que pode a insensatez de um só, prevalecer sobre a sanidade dos demais, proporcionando com isso a exteriorização das maldades?

 

"Faça-nos o favor!", imploraria a vizinha já idosa e cansada de tanto sofrer.

 

"Por que tanta judiação?" talvez respondesse o filho da debilitada senhora. "Qual patologia perturbaria tanto assim, aquele indivíduo insistente em depreciar e maltratar as pessoas, que lhe estão próximas?"

 

Com certeza haveria terapias específicas pro achacadiço que perturba o sossego alheio. Mas é preciso saber se o atendimento especializado interessa aos parentes do tal achacoso.

 

Sim, porque pode até ser interessante pros camaradinhas, atualmente ocupando os cargos eletivos, que o tal mórbido, aja impunemente contra os que expressam opiniões opostas ao seu governo, como forma de retaliação política.

 

Mas não é?

 

Se assim não fosse como explicar a impunidade dos malucos que de repente, sem mais nem porque, investem contra o vizinho, lançando no ar solventes de tinta, vibrando-lhe as paredes com um compressor, por horas e horas seguidas?

 

É assim: dá na telha do maluco, e os vizinhos que suportem a maldade em forma de spray de tinta e solventes, pra pintar automóveis.

 

E depois dessas aprontadas, fica o morfologicamente prejudicado, feliz tal qual o pinto no lixo.

 

Não há a quem se possa recorrer. Enquanto isso, na terra de ninguém, todo mundo pensa em como garantir a certeza do voto do eleitor, que lhe propiciará as alegrias das mutretas, por mais quatro anos.

 

 

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