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Marcelo Dourado vence o BBB 10

por Fernando Zocca, em 31.03.10

Olha ai, está vendo? O Dourado levou mesmo o prêmio de R$ 1,5 milhão no BBB 10. Agora ele pode fazer o que realmente precisa, isto é, adquirir o que lhe faz falta. Aliás, com essa importância toda, faculta-lhe tornar mais confortável além da dele, a vida dos parentes e amigos.

         O possuidor dessa fortuna precisa ter o cuidado pra não dissipar logo a riqueza, pois nessa altura do campeonato (ele está com 37 anos), outro empreendimento desse porte seria mais dificultoso.

         Com as mãos no dinheiro e sem o nervosismo que isso pode causar, o lutador, torcedor do Internacional de Porto Alegre, e bravo vencedor do certame, além de comprar aquele apartamento supimpa no quinto andar, pode também adquirir a moto que guardará na garagem do subsolo.

         Gastando apenas R$100 mil ele faria isso? Olha, a Fernanda ganhou um imóvel no valor de R$ 220 mil. É claro que se trata de um apartamento com a construção e o acabamento de primeira; no mínimo bem conceituado. Se não fosse assim a patrocinadora não se envolveria na empresa.

         Pode-se concluir então que R$100 mil seja pouco para Dourado adquirir um bom imóvel, bem localizado e de construção recente.

         Se por um lado R$100 mil são insuficientes para satisfazer a necessidade de moradia do campeão, por outro, o desperdício dessa importância com aquisições tolas, seria um indicativo de comportamento temerário.

         Imagine você pegar R$100 mil e torrar assim, num estalar de dedos, numa saída ou passeio pela cidade, com a turma da gandaia.  É terrível e pode lhe trazer sentimentos de culpa depois da insensatez.

         É tão difícil você esperar a sua vez para subir; aguardar o trajeto da ascensão; sofrer a tensão da entrada na casa; viver o nervosismo lá dentro, para depois, com o dinheiro nas mãos, sair rapidamente gastando-o a torto e a direito.

         O importante é que o vencedor adquira imóveis, pague as contas, presenteie os amigos e guarde muito. A disposição para a luta  arrefece com o passar dos anos.

         Parabéns ao Dourado e ao pessoal que o ajudou a chegar ao pódio.

          

 

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publicado às 19:45

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por Fernando Zocca, em 30.03.10

          Hoje ocorre o super final do BBB 10. Os três participantes que conseguiram a proeza de chegar tão longe são o Cadu, a Fernanda e o Dourado.

         Todos eles têm características muito peculiares. A Fernanda, por exemplo, é uma jovem bastante delicada, educadíssima, formada em odontologia, e que chegou ao programa menos pra conseguir amor ou amizade, do que para levar o tão sonhado prêmio.

         Cadu é carioca, passou grande parte da sua vida na comunidade de Mangueira, formado em educação física, amante das baladas, torcedor do Vasco da Gama e bastante disposto a encarar todas as mudanças que ocorreriam, caso ganhasse a competição.

         Já Marcelo Dourado é porto-alegrense nascido aos 29 de abril de 1972, formado também em Educação Física, torcedor do Internacional e lutador, tendo participado de alguns certames. Apesar de o aspecto físico musculoso passar a impressão de que seja um sujeito maldoso, ruim, ou perverso, isso não é bem verdade.

         O finalista Marcelo seria ingênuo, na medida em que por ser sincero demais, despreparado para falsear a verdade, provocaria espantos, pasmos, responsáveis pela sua eliminação no BBB 4.  O fato de ter chegado ao final desta edição, evidenciaria seu amadurecimento bem como as consequentes mudanças nas atitudes.

         Fernanda, a cirurgiã dentista, conseguiu um apartamento no valor de R$ 220 mil, na prova em que teve de manter, durante muito tempo, uma chave pressionando um botão.

         Os parentes, amigos, familiares e todos os simpatizantes deste ou daquele brother, empolgaram-se tanto com a possibilidade do sucesso dos seus patrocinados que se alteraram até alguns hábitos há muito inalteráveis.

         Sem dúvida nenhuma o vencedor, ao sair, não será a mesma pessoa que era quando entrou. Um leque de alternativas saudáveis se acrescentaria à sua vida.

         Aliás, o fruto da vitória transformará não só o existir do escolhido, mas de todos os que participaram da sua campanha com os incentivos, as boas palavras, os estímulos e as orações.

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publicado às 14:34

Dourado amolece e perde a liderança

por Fernando Zocca, em 26.03.10

             Pelo andar da carruagem, parece que o Dourado vai mesmo sambar. O lutador ficou sozinho, isolado, tendo contra si Dicesar, Fernanda, Cadu e Lia.

            Se ele não tivesse bobeado na prova da empreiteira em que tinha de manter uma chave pressionada num botão, ele se tornaria o líder e poderia até chegar ao final da disputa.

            O antagonismo dentro da casa chegou ao ponto em que os contatos que deveriam ser cordiais foram substituídos pela animosidade indisfarçável. Durante a tal prova, em que Fernanda faturou um apartamento no Rio de Janeiro, Dicesar, a olhos vistos, secou  tanto  o fortudo porto-alegrense, que ele realmente amoleceu a mão.

            Em seguida à  alegria expressa pela vencedora Fernanda, carregada no colo por Cadu, o lutador gaucho, tomado pela ira, esmurrou de tal forma o gramado que teria revolvido a terra. Dourado ficou tão passado que, antes de dormir aceitou, na cama, os cafunés da Lia.

            Dicesar e Fernanda combinaram, antes da formação desse paredão, que se ela fosse a líder escolheria o próprio maquiador para a disputa no cadafalso. É claro que havendo uma aliança entre Lia e Cadu, ambos apontariam o colorado para a outra vaga, e foi o que aconteceu. Você acha que o Dourado volta?

            Parece que o Dicesar seria o mais indicado a receber a simpatia do público nesse momento histórico. Seria uma compensação, uma desforra, uma auto-afirmação que viesse a consolidar o que andaria balançado.

            Olha se não for o Dicesar, é bem provável que o vencedor desta edição do programa, seja o vascaíno Cadu, que é portador de numerosas possibilidades. Há muito mais do que a simples vitória e a posse do premio de R$ 1,5 milhão, em jogo nesta luta.

            Há ideologias, crenças a serem confirmadas, pontos de vista, ressentimentos, desabafos e auto-afirmação coletiva em jogo, além do prêmio ofertado pelos patrocinadores.

            Parece que a chave sobre o botãozinho, naquela casa em que tudo é visto e sabido,  derrubou mesmo o Marcelo.   O bom nisso tudo é saber que  o ganhador não precisará vencer qualquer licitação pra levar a bufunfa.

            E daí? O que ganha você, dentre os milhões de boquiabertos e passivos espectadores, além do direito às tais espiadinhas desgastantes?

 

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publicado às 13:17

Aprendendo a ser gente

por Fernando Zocca, em 26.03.10

         O nhenhenhém, os murmúrios, as lamentações e as cobranças  não ajudam em nada. Isso tudo não resolve as nossas angustias se não fizermos algo que modifique a situação.

         E o pior ocorre quando, tomados por esses sentimentos de desespero, tentamos controlar outras pessoas para que façam elas algo por nós.

         A situação se assemelharia a do neném que úmido pelo xixi, ou esfomeado, chora e esperneia, manifestando seu desagrado, até que venha alguém para aliviá-lo.

         O indivíduo prefere lamentar-se, queixar-se e até mesmo maldizer a situação, mas não pode pensar em fazer algo que transforme aqueles mal-estares em coisas positivas.

         As pessoas assim estão habituadas a esperar as soluções vindas de outras e nunca delas mesmas. Isso é um equívoco semelhante àquele de atribuir a alguém a causa do próprio fracasso.

         A criança que chama a atenção dos pais, quando chora no berço, não pode levantar-e e ela mesma limpar-se ou providenciar a mamadeira que a esperaria na geladeira.

         Os adultos que lamentam, angustiam-se e esperam dos outros todos os bálsamos das suas dores, careceriam da indiferença dos próximos, a fim de que percebam serem inócuos esses comportamentos.

         De nada resolveria queixar-se da escuridão. Mais proveitoso e salutar seria acender as velas, mesmo que isso traga o desconforto por ter de se mexer.

         O fazer muito e falar menos mudariam significativamente as disposições ambientais particulares. Temos que a gratidão e o louvor a Deus auxiliariam mais no progresso pessoal e da família do que os lamentos infindáveis.

         Acontece que não sabemos agradecer ao Criador pelo que temos e, ao contrário de exaltar a bondade daqueles que nos proporcionam essas graças, nós os maltratamos, a semelhança dos que fixaram os cravos nas mãos e pés de Jesus.

         O estágio de desenvolvimento em que nos encontramos é ainda muito tosco, simplório, ignorante. Isso não nos permite agir com educação, civilidade e bons modos.

         Enquanto não aprendermos a nos comportar como cristãos entre os nossos familiares, diante dos nossos amigos e das pessoas do bairro, todos haverão de ter, para conosco, muita paciência.

 

 

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publicado às 13:17

Terminam os desentendimentos entre os brothers

por Fernando Zocca, em 25.03.10

      -  Falar é fácil. Quero ver fazer. – disse Dourado durante um auê com Dicesar. Naquele momento a coisa estava bem feia, o tempo fechado e os ânimos  exaltadíssimos. O clima ruim propiciou o bate-boca horrível.

         A quizumba teria iniciado momentos antes do paredão que eliminou a Maroca. Logo depois, quando a sister era ainda entrevistada por Bial, Dicesar começou uma fala acusativa contra Marcelo.

         O gaucho respondeu à altura e houve troca de palavras ásperas. Dicesar então procurou o ombro amigo da Fernanda que, aos prantos, afirmava desejar sair junto com a ex-policial.

         Dicesar imediatamente tentou impedir que ela cometesse “a loucura”, garantindo que a cirurgiã dentista era a única pessoa com quem ele poderia contar na casa.

         Fernanda se consolou, controlou-se, dispondo-se a garantir o apoio moral ao brother isolado.

         O grupo compacto formado por Lia, Cadu e Marcelo, mais a eliminação da Anamara, teria feito com que o desolamento se apoderasse do Dicesar. O maquiador atacou o colorado por diversas vezes, alegando que ele tinha mania de fazer todo mundo calar a boca.

         - O Brasil vai calar sua boca! – esgoelava Dicesar objetivando isolar o adversário, lançando contra ele a opinião pública.

         O professor de educação física Marcelo Dourado,  exercendo o seu direito de defesa, contra-atacou afirmando também, em alto e bom som, que Dicesar era “puxa-saco”.

         Enquanto Lia e Cadu se acalmavam Marcelo buscava dissipar o nervosismo caminhando pela área.

         Ontem (24), à noite, durante uma confraternização, Lia procurou o Dicesar, oferecendo-lhe uma bebida. Sentindo-se indisposto o maquiador, que estava recostado, recusou alegando haver tomado um remédio.

         Sob os insistentes incentivos da Lia, todos brindaram harmonizados,  tendo o clima de boa vontade voltado a imperar entre os participantes.

         O que tiver de ser será, era o consenso entre eles.

 

 

 

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publicado às 14:31

Dançando com alegria

por Fernando Zocca, em 24.03.10

         A vida sem bom humor transforma-se num fardo difícil de carregar. Mesmo que tenhamos carroças pequenas, a carga sempre parecerá mais pesada. Tudo fica pior ainda se desejamos controlar a ação das pessoas.

         Ao invés de nos policiarmos, impedindo os maus pensamentos e os maus desejos, procuramos conduzir os nossos próximos da forma que consideramos certa. Mas afinal quem seríamos nós para controlar a vida alheia?

         Estaríamos acima do Supremo Criador? Será que por estarmos juntos, podemos oprimir até a morte, aquelas pessoas de quem não gostamos? Por não termos as luzes suficientes nós, pobres mortais, achamos que todas as pessoas do entorno, estariam sob a nossa vontade.

         A cegueira é tanta que não vemos o mal que causamos às nossas próprias crianças. Nós as impedimos de brincar, de conversar, de jogar bola, de correr atrás do cachorro, e até de ver televisão.

         Será que não seríamos capazes de matar os menores, em defesa das ideias equivocadas e desejos de domínio? A vontade de decidir os destinos do próximo é tanta que, sem dúvida, não haveria abalos, se algo criminoso acontecesse.

         Há quem entenda estarem as dificuldades de adaptação enraizadas na sexualidade. A imaturidade espiritual dificultaria a compreensão das emoções, suscitadas pelas experiências sexuais com parceiros diversos.

         A tentativa de oprimir o outro seria a projeção da repressão que se processa, contra os elementos residuais, daquelas experiências passadas.

         Na verdade o opressor, ao invés de sublimar aquele material todo, tenta empurrá-lo pra baixo, sufocá-lo, impedindo-o de aflorar cotidianamente.

         Não sabe o agressor que o problema não está no outro, mas sim nele mesmo e, que todo esse complexo, esses nós emaranhados, estarão presentes mesmo que o objeto combatido, já não subsista de forma palpável.

         É claro que essa solução não seja a recomendável, mas há quem beba pra esquecer. 

 

Quem dança seus males espanta.

 

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publicado às 14:53

Paixão: conter ou extravasar?

por Fernando Zocca, em 23.03.10

          É lamentável quando ocorrem crimes que abalam toda a sociedade. Há alguns anos li uma tese de doutoramento na qual o autor discorria sobre o conflito entre o extravasamento ou a contenção das emoções.

         Ou seja: ele desejava esclarecer qual atitude seria mais salutar para as pessoas: se o deixar fluir as paixões ou a contenção delas.

         O impasse se dava a partir do princípio de que o represamento das cargas emotivas prejudicaria a saúde do paciente.

         Por outro lado, o extravasar da virulência da paixão, danaria pessoas ou coisas que comporiam o cotidiano do enfermo.  

         Numa situação onde há a possibilidade da ocorrência do crime, por exemplo, se o sujeito tem um pouquinho mais de razão, isto é, se seu lado emotivo está, digamos mais “domesticado”, talvez não se deixe levar pelo ódio que o domina no momento.

         Você veja que quando o objeto causador da repulsa afetiva torna-se inatingível, recebem todas aquelas cargas destrutivas, as crianças indefesas.

         Então para se vingar de alguém, que lhe causa grande padecimento, o ser irracional, ataca a quem não pode se defender; aquele que não tem nada a ver com o salseiro é que se dá mal.

         Em briga de marido e mulher os filhos podem ser usados para agredir um ao outro.  E geralmente quem não termina bem são os filhos.

         As consequencias para a prole são as afecções mentais, o cometimento de crimes, ou até mesmo a morte. As notícias estão ai nos jornais pra quem quiser se inteirar.

         Daí a importância do casamento, da família, da fidelidade e a preservação de todos aqueles valores a que estamos acostumados, mas que vemos bombardeados diariamente.

         Se o cidadão comete delitos e não restam dúvidas quando à autoria, a lei deve ser usada para efetivar as punições. Porque se houver a complacência, a repetição do ato delituoso se propaga no meio social.

         Onde não há a observância das leis, ou onde elas perdem a credibilidade, volta-se ao estágio do mais forte, ou seja, aquele que detiver mais agressividade, destrutividade e agir com violência, oprimindo, estabelece o seu predomínio.

         Ai então chegam os famosos momentos de grande instabilidade social que podem ser resumidos nas frases: “Brasil, ame-o ou deixe-o” e “O último que sair apague a luz”.

         Já foi dito, num artigo passado, que no impasse entre a aplicação dos procederes religiosos ou os legais deve-se optar pela lei. Não devemos nos esquecer que a legislação ancora-se nos princípios religiosos.

         Então para a manutenção da ordem e do progresso é fundamental a observância das leis.  Não resta a menor dúvida.

 

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publicado às 14:42

Dourado prova que não tem nada contra os gays

por Fernando Zocca, em 22.03.10

             Ontem, 21 de março, o BBB 10 Serginho, que participava do temido paredão com o maquiador Dicesar, foi  eliminado.  Aos prantos o moço gay deixou a casa depois de efetivada a escolha do público, que se manifestou com aproximadamente 12 milhões de votos.  

                Pedir ao Serginho que contivesse as reações emotivas, seria o mesmo que solicitar à Anamara que parasse de falar.  Como é que podemos exigir que alguém deixe de fazer algo, por não gostarmos do que ela faz? Não seria mais fácil pararmos de ouvir, ver ou tocar o que nos desagrada?

                Por exemplo, se eu não gosto de futebol, simplesmente posso não ligar a TV nos momentos dos jogos, mas nunca impedirei a realização das partidas, dos campeonatos e o trabalho dos seus profissionais.

                O estudante de moda Serginho, um garoto alegre e feliz,  recebeu 53% das escolhas, no décimo primeiro paredão, desta décima edição do programa.  Dicesar, que faturou R$ 10 mil na prova das tintas, permanece na casa por mais algum tempo.

                O lutador Dourado tem ainda a preferência da maior parte do público que acompanha o programa. Apesar do destaque obtido ultimamente por Cadu,  o gaucho Marcelo seria o paradigma com o qual a população se identificaria.

                Contrariando as opiniões, equivocadas de que é homofóbico, nutrindo aversões também  aos assuntos relacionados, Marcelo se deixou levar por um desafio lançado por Lia. A dançarina se propôs a  hidratar os cabelos do gaucho.  A moça então lavou o cocuruto do lutador, no chuveiro da piscina e, depois de enxugá-lo com uma toalha, aplicou o hidratante.

                É uma questão de coerência: Marcelo pode até usar camisas cor-de-rosa se afirma nada ter contra os gays. E por que teria?

                A dentista Fernanda se comporta de forma bastante forçada. Percebe-se que ela tenta agir naturalmente, mas dá sinais de desconforto. Ela procura portar-se como as pessoas  acham que ela deveria proceder.  E isso não é legal.

                As simulações da sister Fernanda não são boas o suficiente para impedir as impressões de falsidade.  Sob o efeito do álcool Serginho via seu lado heterossexual aflorar e se aproximava da Fe. Esta, por sua vez, se deixava levar pelos embalos das vibrações retumbantes. Mas nada passou dos inocentes selinhos.

                E agora, será que a Fe se envolve com o Cadu? Em dupla seria mais fácil chegar ao final do jogo e garantir o prêmio?

                O professor de educação física Marcelo Pereira Dourado, que admira os trabalhos do ator Marco Nanini, e é torcedor do Internacional de Porto Alegre, gastaria o prêmio de R$ 1,5 milhão em investimentos, viagens e diversão.

 

 

 

 

Dourado: Nada contra os gays.

 

 

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publicado às 14:26

Os vinte anos sem Zacarias

por Fernando Zocca, em 19.03.10

 

Ontem (18/03) fez 20 anos que um dos mais engraçados integrantes dos Trapalhões, o Zacarias faleceu. A morte do humorista foi a primeira baixa no grupo. A segunda ocorrida em 1994 deixou os humoristas sem o Mussum. É claro que essas ausências modificaram a estrutura da formação, mas não tiraram  a luminosidade dos artistas remanescentes.
Mauro Gonçalves, nome de batismo do Zacarias, dizia,  numa entrevista ao Globo Repórter, que se inspirou  num tipo popular de sua terra natal, Sete Lagoas (MG), para compor o personagem. “O Zacarias é um sonhador, sem muita maldade, sem malícia. É um homem comum”, contou Mauro à reportagem.
O ator era conhecido como Maurinho por familiares e amigos;  antes de entrar para a trupe, em 1974, estudou arquitetura, foi radialista e trabalhou na Praça da Alegria da TV Excelsior. Além do programa, Mauro participou de mais de 20 filmes contracenando com Renato Aragão, Dedé Santana e Mussum, tendo feito ainda, centenas de shows com a trupe.
Para relembrar Mauro Gonçalves, o Zacarias, a cidade de Sete Lagoas, planejou promover na quinta-feira (18), na Praça Tiradentes, uma exposição com fotos de quando o ator trabalhava  no Tele Teatro da Itacolomy, na década de 60. Do projeto constava a exibição de imagens raras do comediante ao lado dos atores Paulo Gracindo e Mário Lago, além dos figurinos usados por ele.
No vídeo você assiste a  performance do Zacarias ao lado do Didi, quando interpretavam “A filha do seu Faceta”.

 

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publicado às 18:24

O Tamanduá-de-colete

por Fernando Zocca, em 18.03.10

 

O tamanduá-de-colete.
 
                O escritor, advogado e blogueiro Fernando Zocca lanço pelo site www.clubedeautores.com.br o seu sexto livro. Trata-se de O Tamanduá-de-colete que promete contar tintim por tintim todas as intrigas e desavenças acontecidas durante os últimos três meses na Vila Independência.
                Os textos, que formam o livro de 131 páginas, foram publicados nos blogs do autor. É uma coletânea de narrativas dos fatos diários do bairro da cidade, que merece fazer parte da sua coleção. Por apenas R$ 56,52 você adquire o seu exemplar. Compre já.
 
Leia também O Castelo dos Espíritos.
Neste trabalho o autor relata suas experiências durante as internações psiquiátricas num hospital espírita. Ele presenciou a crueldade com que alguns submetidos eram tratados, suas reações como o suicídio e o crime.

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publicado às 16:30

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