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Passeando pela ponte pênsil

por Fernando Zocca, em 31.01.10

 

No dia 31 de Janeiro de 2010 o rio Piracicaba estava bem cheio. Na ponte de madeira que liga a avenida Beira Rio ao Engenho Central, as pessoas se aglomeravam para ver alguns malucos que se arriscavam aproveitando a corrente para descer de bóia.
A ponte pênsil é uma construção recente, (1992), tem 77 metros de cumprimento e foi erigida justamente onde havia, no século 19, uma similar. É um ponto turístico de Piracicaba.
Veja no vídeo abaixo um momento em que as pessoas observavam a cheia do rio. Observe que não há botes. Quando há muita turbulência eles são retirados.

Durante as cheias os botes não podem ficar nas águas

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publicado às 19:22

Aproveitando o tempo bom

por Fernando Zocca, em 30.01.10

 

            A atriz Carolina Dieckmann, aproveitando o bom tempo, curtiu os prazeres de uma praia, ontem, sexta-feira 29, à tarde, ao lado do cineasta e apresentador Bruno de Luca.
                Na praia do Pepê, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a atriz que já grava as cenas da nova novela das 21h,  denominada “Passione”, usava um biquini verde limão.
                Na trama de Silvio de Abreu, dirigida por Denise Saracene, cuja parte do enredo  ocorre em Toscana, Itália, Carol viverá uma jornalista.
                Carolina atuará ao lado de Fernanda Montenegro, Tony Ramos, Rodrigo Lombardi, Grazzi Massafera, dentre outros consagrados artistas.

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publicado às 14:45

Bueiro engole menino de 11 anos

por Fernando Zocca, em 29.01.10

 

Carlos Gabriel Ferreira, 11,  brincava ontem (28) à tarde,  na chuva com os amigos quando se desequilibrou e caiu num bueiro do Parque Santo Antônio, zona sul da capital, sendo levado pela enxurrada. Os Bombeiros foram chamados e depois de quatro horas de buscas, o corpo do menino foi encontrado no córrego,  que passa na usina Piratininga, região do Campo Grande, distante 12 km do local,  informou o Bom Dia São Paulo de hoje.

Carlos Gabriel Ferreira morreu depois de cair num bueiro quando brincava com amigos

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publicado às 12:03

Dourado, o contemplador, acorda cedo

por Fernando Zocca, em 27.01.10

 

        O BBB 10 está bombando e o público já pode ter algumas noções mais claras dos seus participantes. O gaucho Dourado, por exemplo, é daqueles que prefere ficar sozinho, num canto, a participar das reuniões onde o blablablá parece interminável.
         Apesar de ser professor de educação física e ter um físico privilegiado, adquirido com muita malhação, este torcedor do Internacional, fuma e muito.
         É claro que das loucuras como rasgar dinheiro e comer vidro, por ele nominadas no seu perfil, o porto-alegrense não considera o tabagismo algo tão esquisito assim.
         Marcelo Pereira Dourado tem 1,80m de altura, pesa 80 kg e mantém a boa forma com muita atividade física. Ele destoa um pouco dos demais integrantes da casa, por preferir isolar-se, do que participar das rodas onde as conversas não teriam outro sentido, além de só dispersar a tensão.
         Dourado de 37 anos, que atualmente reside no Rio de Janeiro, tem como esporte as lutas em geral. Aliás a sua compleição física em muito a isso favorece.
         Não se sabe ainda se num confronto esportivo com um outro lutador, com as mesmas características físicas, o guerreiro do BBB 10 estaria em desvantagem por ser tabagista.
         Mas, dizendo “não me curvarei perante as adversidades”, o solteiro Marcelo, que adora comida árabe, caso vença o programa, prefere gastar o prêmio de R$ 1,5 milhão em viagens e  investimentos.
         Se tivesse que escolher entre a fama e o dinheiro ele acha que a combinação da fama com dinheiro seria bastante legal, mas a fama sem o dinheiro pode ser um “saco”.
         Marcelo, que ocupa um lugar na Tribo dos Sarados, não acha homem bonito.
         Hoje pela manhã o lutador acordou cedo e ao ar livre, tomando sol, fez exercícios respiratórios. Veja como foi.
 
 

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publicado às 12:24

O Guizo da Cascavel

por Fernando Zocca, em 26.01.10

 

         - Van Grogue, carne de pescoço podre, por onde andaste? Sumiste que nem pensão de aposentado pelo INSS. – gritou lá do fundo do boteco Charles Bronchon ao ver o amigo que entrava.
         Bronchon estava alcoolizado e o seu tom de voz pastoso, era indicativo de que há muito tempo bebericava, naquele princípio de tarde, no bar do Maçarico.
         Grogue imaginou rapidamente uma resposta, mas por desejar beber a sua cerveja, em sossego, considerou ser melhor reagir com um aceno.
         Porém a tentativa de manter-se à distância foi frustrada pela teimosia do Bronchon que, descolando-se do balcão, onde se encostara, aproximou-se cambaleante do Van de Oliveira.
         - Você sabe que eu te amo, vigarista tupinambiquence. Mas por que foges de mim? – Bronchon abraçado ao Grogue falava-lhe encostando os lábios no seu cangote.
         Van desvencilhou-se e cumprimentando, à distância, o Maçarico que a tudo observava com apreensão, limpava o balcão com um guardanapo límpido.
         - Mas que baita fogo, hein? – brincou Grogue dirigindo-se ao Maçarico, ao mesmo tempo em que fazia, com gestos, o seu pedido.
         - Fogo? Que fogo? Chama os bombeiros! – reagiu Bronchon.
         - Você não presta Bronchon. – afirmou Maçarico servindo Grogue com a mais pura cerveja gelada.
         - Eu não presto, mas dou um lucro terrível pra esse cortiço. É verdade ou mentira? – rebateu irado o Charles. Seu rosto avermelhara-se e seus punhos crisparam-se.
         - Lucro, que mané lucro? Está devendo há seis meses e nem assim se toca. Qual é mano? – Maçarico falava decidido a pôr um fim na relação.
         - Pois fique sabendo que eu vou pagar minha conta toda agora! Faça-me o favor de somar tudo!
         Maçarico colocou o guardanapo sobre os ombros e abrindo uma gaveta, do lado esquerdo do balcão, sacou de lá um caderno escolar de mola. Ele o folheou até a certa altura, parou, voltou folheando, às páginas iniciais e ai sim, achou as anotações que se referiam ao Bronchon. Com uma calculadora chinesa, adquirida no camelódromo, iniciou a contabilidade.
         - Fique sabendo que eu sou catedrático e já dei aulas pra milhares de alunos. Morei nos Estados Unidos, me casei lá, e tenho doze filhos que me amam. Oceis não sabem com quem estão mexendo, seus burros! – desafiou Bronchon com o indicador da mão esquerda levantado.
         - Calma Charles. O cara está fazendo os cálculos. Fique quieto se não, ele erra a conta e você paga a mais. – manifestou-se Van Grogue tentando serenar o agitado Bronchon.
         - E além do mais eu pinto de um jeito que ninguém neste mundo de meu Deus, consegue pintar. O quê? Vocês enlouqueceram todos!
         Maçarico terminou os cálculos e os apresentou ao nervoso e barrigudo Charles Bronchon. Este apanhou o papel e tentando distinguir os numerais que ali havia, percebeu que era-lhe impossível enxergar.
         - Esta conta está errada! – esbravejou o cachaceiro.
         - Não está errada, não. São exatamente R$ 918 que me deves. – asseverou Maçarico com o semblante firme.
         Bronchon retirou do bolso traseiro o talão de cheques. Estava amarrotado, mas continha três folhas íntegras. Ele então o entregou ao Maçarico pedindo-lhe que preenchesse uma delas.
         - Mas não vai errar, hein! – pediu, com certa ênfase, o Bronchon.
         Maçarico escreveu os valores passando o talão ao seu proprietário para que assinasse.
         Charles colocando o documento bem próximo dos olhos pôde confirmar a exatidão do que estava ali grafado; sacou em seguida uma caneta escrevendo o seu nome.
         Quitada a dívida, Bronchon resmungando, deixou o ambiente.
         - Você sabia que esse cara fotografou a namorada nua e depois colocou as fotos na internet? – perguntou Maçarico ao Van Grogue.
         - Ele fez isso? Mas que cara louco, meu. – reagiu Van de Oliveira.
         - Fez sim. Umas dez vezes. Quase acabou com a moral da moça. Mas olha que cara cafajeste! – Maçarico estava indignado. Ele esfregava com força o guardanapo no balcão. - Ela precisou mudar de cidade, imagine só!
         Enquanto os dois homens conversavam um alarido formou-se na rua bem ao lado do boteco. As pessoas se aglomeravam defronte ao terreno baldio e falavam alto. Umas pediam pra cortar e chupar o ferimento, enquanto que outras gritavam pra que alguém chamasse uma ambulância.
         Curiosos Van Grogue e Maçarico saíram à porta do bar.
         Populares observavam o homem caído sobre a erva daninha que encobria o terreno vizinho. Era Charles Bronchon que, ao adentrar na mata pra fazer xixi, fora picado por uma cascavel de guizo grande.
         - Está morto! – exclamou Van Grogue.
         - Realmente! Isso é pra deixar de ser besta e fazer maldade para as pessoas. - confirmou Maçarico secando as mãos com o guardanapo.
 
Fernando Zocca.  
    
        
        
             

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publicado às 10:21

O Evangelho Vence a Magia

por Fernando Zocca, em 25.01.10

 

                            São jorge guerreiro venceu o dragão. Ele agora jaz nas profundezas da terra. Que a maldade não retorne e nem deseje prosseguir. Que as forças do mal silenciem para sempre ou se não, saibam que terão o mesmo destino.
            O Evangelho venceu a magia e isso é a justiça divina. Que a misericórdia de Deus ampare as vítimas da ignorância, concedendo-lhes a graça de poderem usufruir os benefícios da luz.
            Que seja possível a paz, a compreensão e o entendimento entre os que temem o criador do universo. A humildade sobrepondo-se ao orgulho e à soberba, significará que os corações empedernidos reconhecem os erros que cometem.
            Que a saúde e a prosperidade sejam atributos dos que fazem a caridade e se compadecem dos oprimidos. É por isso que louvando sempre, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

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publicado às 12:16

Chico protege contra furto

por Fernando Zocca, em 23.01.10

 

          Você se lembra daquele macaco da novela Caras & Bocas, do Walcyr Carrasco, dirigida por Jorge Fernando e que passava até há pouco tempo no horário das sete, na Rede Globo?
            Na verdade era uma macaca, mas ela fazia o papel do Chico, um animal esperto que pintava até quadros. As obras que ele produzia serviam para fazer a fama de muita gente.
            No vídeo que você assistirá, o macaco protege o carro do dono que está ausente. O veículo está estacionado, quando um sujeito mal encarado, semelhante a esse tipo machão, que joga tijolos nos vizinhos, quebra o vidro com uma ferramenta e o invade.
            Chico é tão zeloso, mas tão zeloso, com a propriedade do seu patrão que ele exagera um pouco na repressão do crime. Veja como foi.
   
Chico exagera na repressão do crime praticado pelo meliante

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publicado às 00:25

Não é assim que a banda toca

por Fernando Zocca, em 21.01.10

 

              Quem não sabe ser o misticismo uma ferramenta eficaz dos detentores do poder? E quem negaria que a opressão, os abusos e a exploração material não ocorreriam lastreadas nas tais opiniões?
            A sufocação é atitude também daqueles que não se sentem a vontade com a livre manifestação do pensamento. São forças que se condenam a si mesmas, que se reprimem e, desejosas de imobilidade, precisam impedir tudo que lhes faça pensar no que não gostam.
            A manipulação política sufocadora não teria como efetivar suas intenções funestas se não se escorasse nos “terrenos férteis” onde se plantando, tudo dá.
            Nada contra o conjunto, os edifícios ideológicos, a maçaroca de confianças inventadas para conduzir os recalcitrantes, desde que não violem os meus direitos, inclusive de permanecer alheio a isso tudo.
            Eu não saio a combater essa ou aquela corrente creditícia mas não me nego o direito de defender-me, quando conduzidos por tais disposições, os magotes se avizinham da agressão física.
            Perde credibilidade sim, o governo político, inclusive o municipal, que se vale da estupidez espiritual para acicatar e defenestrar seus opositores. É covardia pura, testemunhada agora pelo mundo todo.
            Hoje em dia, nesses tempos de internet, quando a imprensa venal, a serviço do numerário dos guardadores das fortunas nas meias, nas bolsas, nas cuecas e nos paletós, treme nas bases, esse pessoal terá de repensar novas formas de opressão que os mantenham no poder.
            A internet veio proporcionar voz àqueles acuados pela opinião adrede formada por grupos antipatizantes, controladores da imprensa corrupta, presente em qualquer rincão desse território imenso.
            Imagine o que acontece nos sertões nordestinos, nas cidades do norte e nas povoações mais distantes, se no Estado de São Paulo, as manifestações das opiniões contrárias aos ordenamentos políticos do momento, suscitam calafrios e idéias de crimes contra a vida?
            Depois que inventaram as câmeras ocultas tornou-se mais difícil roubar o dinheiro público e justificar dizendo que tudo foi produto do mais legítimo trabalho. Quantos ladrões, ao longo do tempo, não atribuiram a miséria dos seus desafetos à preguiça e a vagabundagem?
 
            Mas não era mesmo comum ver muitos políticos, desses que estão há mais de vinte anos, agarrados às tetas do estado, vestindo aquele terno caro, fechando a porta do seu carro importado e, segurando na mão esquerda a milésima escritura do imóvel, recém-adquirido, dizer ao acompanhante que “fulano” é pobre porque é mandrião?
            Ainda bem que o Judiciário está atento a essas quadrilhas formadas por gente escolada, com formação universitária e que continua metendo a mão no que não lhes pertence.
            Está claro, muitíssimo claro que se a lei não for obedecida, as estruturas da República estarão ameaçadas. A impunidade só será diluída com o uso de alguma força, geralmente atributo do Exército Brasileiro.
            É o que temos dito.
 
Fernando Zocca.   
           
             

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publicado às 12:02

Diva e a Cortina

por Fernando Zocca, em 18.01.10

 

             - Diva, minha gatinha velha, como você está ressequida! Há muito tempo que não ouço falar da sua pessoa. Outro dia passeava tranquila pelo centro da cidade e a vi, assim, de relance, muito rapidamente. Nêga, sabe o que Aldo, aquele porquinho sujo, disse de você?
            Na esquina as duas mulheres já idosas, reunidas pelo acaso puderam, naquela manhã de segunda-feira, relembrar alguns bons momentos que viveram juntas. Diva, defronte à sua casa, varria a calçada enquanto que Alana passava com dois sacos plásticos, cheios de mantimentos, que comprara na venda do Pereirinha.
            - Não, eu não sei. O que aquele cafajeste falou de mim? – indagou Diva parando com a varrição.
            - Ele teve a cara de pau de ir à minha casa para dizer que você, num dia que estava muito apertada, não tendo tempo de correr para o banheiro, fez cocô na sala. E que limpou o bumbum na cortina. Ai, você acha que pode, falar uma coisa dessas colega? – Alana era muito sincera.
            - Hum querida, nem me abalo com isso. Vindo de quem veio, nem me ligo. Sei que aquela besta fazia até cirurgia pra tirar o apêndice, só pra não trabalhar naquele serviço chato dele. Ai, esse Aldo é dose. Todo mundo sabe disso, querida. E o que mais ele disse de mim? – o interesse da Diva inibiu, de certa forma o ânimo comunicativo da amiga. Mas não a impediu de prosseguir.
            - Contou que você está fazendo tratamento pra depressão. Que na verdade você não precisa disso. Mas que vai lá só pra ver aquele médico bonitão. Olha que absurdo, colega? – Alana não guardava segredos.
            - Mas não é mesmo, querida? – Diva queria saber mais. Muito mais.
            - Ele falou também que você sofria com uma tal alergia. E que bastou aquele povo todo, do bairro pobre, onde você mora, saber que você estava com isso, pra eles também começarem a sentir comichão querida. – Alana falava tudo o que sabia.
            - Ai, mas que absurdo, colega. Esse Aldo sofre das faculdades mentais, não é possível. Será que ele não tem interesse em se internar num Spa? – Diva gostava de saber o que falavam dela.
            - Ele me disse que até o dia em que ficar bem velhinho, chegará perto de um. Nem que seja pra olhar, de longe, a porta da frente. – Alana, por permanecer muito tempo em pé,  já mostrava sinais de cansaço. Ela sentia dores nas pernas.
            - Ai que horror, querida. É muito pobre isso. Mas você não quer entrar e tomar um café? – indagou Diva, ao perceber a impaciência da amiga, parada na sua frente.
            - Não, bem, não quero nada, não. Mas vou andando. Ainda tenho de fazer o almoço. E você não tem ido mais passear no centro?
            - Ah, olha, não quero nem saber. Enquanto esse prefeito não parar de maltratar os pobres eu não saio mais do meu bairro. E depois tem outra: aquela região está muito feia e suja. Não vale a pena. – arrematou Diva ao colocar, numa lata de lixo, os resíduos que varrera.
            - É isso ai, colega. Eu também não me abalo para sair da minha casa e passar vergonha de ver um lugar tão sujo e maltratado. – confirmou Alana.
            As duas velhas amigas se despediram. Uma foi preparar o almoço enquanto que a outra fez anotações do que ouvira. Ela as usaria depois para contar às outras vizinhas, as novidades soubera.
Fernando Zocca.  
 

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publicado às 17:21

Pedalando para manter a saúde

por Fernando Zocca, em 17.01.10

 

            Obesidade, culote, estrias? Se você meu amigo, minha amiga e senhoras donas de casa, afligem-se com esses problemas, saibam que eles agora têm uma solução. É claro que tudo depende do esforço que se deve fazer para manter a boa forma.
            Se o leitor é daqueles para os quais as atividades físicas não são desconfortáveis, a idéia de que a prática do ciclismo pode mesmo resolver os seus problemas, é bastante válida.
            Uma hora pedalando, em locais aprazíveis, representa a queima de calorias tão significativa que, em poucos meses praticando essa atividade, você notará a diferença no seu corpo.
            A gordura acumulada nas coxas e nos glúteos, pode muito bem transformar-se em massa muscular. Isso reduz a possibilidade de mais acréscimos adiposos na cintura e no ventre.
            A boa forma depende mesmo, não resta a menor dúvida, da atividade física regular. O sedentarismo traz problemas sérios como o diabetes, a hipertensão, os cardíacos e até emocionais.
            Portanto, se o meu nobre leitor mora no interior ou no litoral, é bom aproveitar aquelas horas de folga para, fazendo um pouquinho de esforço, manter a forma e a saúde, pedalando a bike preferida. O capacete é indispensável.
            Sozinho ou acompanhado, em uma ou duas horas, três vezes por semana, a prática do ciclismo seria benéfico. Eu particularmente, tenho experiência nisso. Dos noventa quilos que cheguei a pesar, em seis meses de pedaladas diárias, de três a quatro horas, reduzí o peso a sessenta e cinco quilos.
            Os amigos ficaram admirados. Os adversários cochichavam os boatos de que eu estava doente. Na verdade o bem estar que a tal prática produz é inenarrável. O certo é que todas as demais funções fisiológicas do corpo ocorrem com mais facilidade.
            Sempre é bom consultar o especialista em saúde. Mas se você estiver mesmo muito acima do peso, saiba que a prática direta do esforço físico, que representa o pedalar, pode ser-lhe prejudicial.
            Isso se a sua bicicleta não for motorizada. Se ela tiver um motor como esse modelo do vídeo, o esforço está reduzido.
            Com ou sem motor, se elétrico ou a gasolina, o importante mesmo é exercer a atividade física que envolva todos os músculos do corpo. O caminhar também é muito bom. O importante é caminhar pelas calçadas livres das ervas daninhas e buracos que podem provocar luxação nos tornozelos.
  

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publicado às 21:25

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